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Date Posted: 12:47:54 09/20/04 Mon
Author: Andrea Cristina Pereira
Subject: Resumo 5 semana

Resumo de Sequencing in conversational Openings- Author: Emanuel A. Schegloff

Neste capítulo, Scheglofff inicia seu artigo com uma pergunta quanto a um problema de comunicação universal: quem fala primeiro, e o que o primeiro falante diz. que regras governam as aberturas conversacionais eu quais as regras que regem a intelegibilidade daquilo que "vai tomar o lugar"?( como saber se é sua vez de falar)
Os membros de uma sociedade sentem que tem direitos e obrigações quando se diz alguma coisa para alguém e como devemos nos portar quando alguém mais fala.
Uma análise formal de tais sequências , é o objetivo deste capítulo, porque ninguém pode dizer o que é universal ou culturalmente específico.
Os atos comunicativos nao estão no mesmo nível familiar da fonologia e da sintaxe,mas mostram a relação entre seus conteúdos e outras modalidades de comunicação ( gesto, o toque do telefone... com nao verbal) e suas conswquencias numa sequencia de sentença. A sintaxe social também é analizada como norma de interação.
Uma conversação interacional do dia-a-dia pode se sujeitar a várias análises e o autor, analisará um conversaçào interacional sobre um aspecto da conversação: sequência em uma conversaçào de 2 partes( atenção na abertura da conversa),o estudo da "regra de distrubuição"( através da conversa telefônica)
Um trabalho de grande importância, especialmente, para os antropologistas pois: estuda a etnografia da comunicação, descubrir como a comunicação se organiza e seus métodos. A análise nao fica só sujeita ao estudoa da comunicaçào nos EUA. Deve se ampliar cross-culturalmente( além-fronteira); que é um trabalho dos antrópólogos.

Introdução

O autor usa o termo"conversação"de um modo exclusivo e nao prentende restingir seu uso como a "arte civilizada do falar"ou como um "intercâmbio cultural"ou como uma integração socialk ( Watson and Potter 1962). ele se utiliza do linguajar suado para artividade coriqueiras como conversas, sessões de terapia, saber horas, imprensa, até mesmo sussuros; emprestando o termo de estado de fasla de Goffman.
A conversaçào que engloba 2 participantes , a sua swquência é alternada ( sequencias conversacionais) e possuem a fórmula ABABAB
A fórmula ABAB de uma conversa entre 2 participantes se baseia na regra de conversaçào: um participante por vez.
Quando há 4 ou mais pessoas conversando, a regra de conversação nao foi quebrada: há mais de uma conversaçào acontecendo.
Single focus: quando os membros de um grupo participam da mesma conversa.
A fórmula ABAB descreve uma conversação entre 2 participantes que já estava acontecendo, Nao há como saber quem falou primeiro A ou B. Suas tomadas de turnos entre participantes, depende da conversa já iniciada. O autor nao pretende identificar uma tomada de turno com qualquer unidade gramatical ou sintática.
Uma tomada de turno náo é o mesmo comportamento de "mensagem natural"de Goffmam, quando toda a atençào se concentra naquele que está trasmitindo informaçào.

Telephone Conversation

A primeira regra da conversação telefônica é a "distribuição de papel para primeiros enunciados": o atendente fala primeiro. Quem "chama"sabe a identidade de quem está sendo chamado, o "atendente"nao sabe quem está chamando.

O "atendente", em seu papel, há uma lacuna informacional;, exatamente, pelo fato de ele nao saber quem chama, se os atendimentos telefônicos fossem padronizados, esta lacuna nao seria tão importante, mas existe uma variedade de termos para se abrir uma conversa telefônica, que leva em conta objetivos, identidade e amizade entre as partes. A distribuição de papel onde o atendente geralmente é o rpimeiro a se manifestar, pode ser violado quenao elel próprio em vez de responder, faz o papel de quem chlama ( caller), porque ele obriga o genuíno callera fazer o primeiro enunciado. O violador( o atendente atuando como caller) responde ao telefone com uma saudação resposta e nao uma saudação pergunta: assim ele obriga o caller a fazer o primeiro enunciado.
O violador ao reverter os papéis, ele atuando como caller, nao tem a informação que o verdadeiro caller teria, a escolha do que falar depende do seu conhecimento para quem você vai ligar com por exemplo "termo de endereçamento", e termos de identificação.
o autor se preocupa na operaçào e na restriçào que a distribuição de papel oferece e na informação para o desenvolvimento do estudo da conversação.

Um Caso Diferente

A fala simultânea é de grande interesse poi é o contrário da fórmula ABAB,que requer que apenas um dos componente, fale por vez. A distribuição de paéis segue a fórmula de que o atendente fala primeiro; quando o oposto ocorre, quem chamou é o primeiro a falar, ocorre uma técnica chamada de análise de um caso diferente( fora do padrão esperado). A distribuição de papéis é melhor entendida como derivativa das regras gerais.
As regras sequenciais adicionais, regras que fogem do padrão, explicam o que ocorre na comunicação telefônica e na comunicação sem uso do telefone.

Sequências de Intimaçào- Respostas

Em uma interação telefônica há 2 partes evolvidas: quem chama e quem atende, e a regra distributiva diz que o atendente fala primeiro. Então, que tipo de atividade de resposta está envolvido e quais são suas propriedades.
Que tipos de coisas são respondidas? o mais comum é a resposta de perguntas. Mas, o que seria pergunta, já que o telefone nao consegue fazer pergunas? Outras coisas que podem ser respondidas: desafios, cartas e intimações. Então, o toque do telefone seria uma intimação, também chamado de recurso para chamar atenção.
Vários intens que são usados par intimações são também usados pra respostas: Sim? O que? e também usados de outras maneiras:Alô!( saudaçào), Desculpe( pedir desculpas). Como diferenciar palabras usadas tanto para intimação como para outras maneirasl( chamadas de termos de endereçamento)
1) Os termos de endereçamento ocorrem no começo ou no fim de um enunciado
2)A intonação da intimaçàos e assemelha a uma pergunta
3) Os termos de endereçamento são inserido no enunciado; os termos são introduzidos e o enunciado continau sem interrupção de sua continuidade gramatical. enunciados e respostas são usados sequencialmente.

Nao -Terminalidade de Sequencias SA( Intimação- Resposta)

Uma sequencia completa de SA nao pode ser considerado um intecambio final de uma conversaçào. sào recurso de aviso para ações futuras. A ano- terminalidade indica que nao somente algo virá como também sao preliminares específicas para alguma coisa que será continuação de outra. Quem faz a intimação( summoner)está obrigado a falar de novo para que a conclusao da sequencia SA se finalize.( em uma sequencia QA, o intimador nao é obrigado a repetir a intimaçào)> uma outra característica é a nao- repetição: uma vez que a intimaçào foi respondida, o intimador provavelmente nao irá começar uma outra sequencia de SA. Se ele precisar repetir a mesma sequencia de SA, o atendente ( aquele que responderá),, irá interpetrar a repetiçao como insistente.( isto tudo em uma interação com 2 participantes). Assim como o intimador tem a obrigação de intimar de novo o ouvinte ter a obrigaçào de depos de ter respondido à intimaçao, ouvir o que ainda está por vir.

Relevâncias Condicionais em Sequências de SA

Como podemos falr de 2 itens como pares sequenciados de item? Como podemos falar da falta de um item?Estas perguntas introduzem a noção da relevancia condicional, que significa: dado o primeiro item, o segundo é esperado; pode se ver um segundo item sobre o primeiro; e se nao há esta ocorrencia, há a falta deste item.
se num Sa exite a fala posterior( 2 item), então há uma fala anterior( 1 item). Se a expectativa paira em ciam do intimidador, que i'r fornecer a fala posterior. Se nao há esta fala posterior, o quehá é a falta deste item. ë por isso que o ouvinte, aquele que irá responder a intimação, tem que estar preparado para ouvir o que há de vir.
A simpes existencia de uma resposta(A) significa que teve uma condiçào relevante para que houvesse a condiçào de falar alguma coisa antes(S). Uma outra característica é a propriedade da imediata justaposiçào: um item que foi usado como uma resposta àintimação, nao será entendida como uma resposta à intimaçào , se isto ocorrer separado da intimação.Se nao houver resposta à intimação, e ela teve que ser repetida. é porque a flata de resposta nao aconteceu imediatamente depois de ser proferida a intimaçao.
Uma outra qualificação tendo em conta a repetiçao de uma intimaçào sobre a flata de resposta, é aregra de terminação.: assim que uma resposta é dada, nao há porque a intimaçào ser repetida; a resposta termina a sequencia de SA e isto só será claro queano a resposta for reconhecida. As respostas dadas à intimaçào nao sao opções casuais: a própria cultura oferece uma variedade de fortes inferencias que podem servir como respostas; o intimado nao pode simpesmente negar que algumals inferencias podem ser feitas, legitimamente. Se uma inferencia é proposta e se ela for negada, o intimado ofrece um substitudo, concedendo assim a legitimidade da inferencia.

A Disponibilidade do Falar

A regra: o atendente fala primeiro: segue a relevancia condicional de uma resposta depois de uma ocorrencia de uma intimação; e a regra menso geral:"quem chamou fala primeiro"segue a relevancia condicional de uma fala posterior sobre uma sentenca completa de SA.
Os recursos usados neste tipo de interação, com um número mínimo de participantes sao: "alvo" que é estabelecido em primeiro lugar- tem um ouvinte/ quem responderá estabelecido, certo e outro recurso é o do "falar no ar"quando nao há um ouvinte estabelecido, certo.

Em uma atividade entre 2 participantes a coordenaçao enfrenta um problemaL o da disponibilidade, isto é, uma pessoa que procura se engajar em uma atividade que requer um trabalho colaborativo das partes envolvidas deve primeiro estabelecer , que a outra parte esteja disponivel a colaborar.
Como as sequencias de SA podem estavelecer a disponibilidade das 2 partes envolvidas? A falta de uma resposta à uma itimaçao nos dá a inferencia da falata de uma parte ou o nao desejo do outro em interagir, Opostamente, a presença de uma resposta é tida como um estabelecimento da disponibilidade do ouvinte( ele está disposto a colaborar): o completamento da sequencia estabelece a disponibilidade mútua das partes e permite que a atividade continue e seu fracasso em competar a sequencia estabelece ou subentende-se a indisponibilidade de uma das partes e corta a possibilidade de continuar o curso da açào.
As propriedades de uma sequencia SA podem ser empregadas nao somemente para estabelecer a disponibil;idade ou a indisponibilidade ,mas mostrá-la a todos que podem percebe-la.
A conversação é uma atividade entre 2 partes. Uma atividade que requer um falante e um ouvinte. Se voce será um ouvinte ou um falante, dependerá de sua competencia e " normalidade": a sequencia de SA estabelece os papéis de falante e ouvinte, dando à intimaçao a evidencia da disponibilidade ou da indisponibilidade do ouvinte e um ouvinte com a atençao de um falante. A sequencia é uma coordenáco que deve ser sustentado por abmas as partes, demosntando a continuada relaçao entre um e outro: falante e ouvinte.

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