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Date Posted: 15:19:36 09/20/04 Mon
Author: Nair Prata
Subject: Resumo-5ª semana

SCHEGLOFF, Emanuel. Sequencing in conversational opening. p. 346-380
Schegloff explica que a conversação é formada por vários atos comunicativos, alguns não verbais. Segundo o autor, para se fazer uma análise destes atos é preciso buscar as regras que determinam algumas variáveis dos turnos de fala entre as partes na interação, como a ordem, a sequenciação, a compreensão e a facilidade de entendimento.
Algumas observações são importantes no uso das regras não escritas entre as partes que interagem. Estas regras dizem respeito ao conhecimento de como iniciar, manter e conduzir as interações; além disso, é preciso que o significado seja negociado com os outros. As regras também têm relação com o tipo apropriado de linguagem do corpo e ainda o contato visual e a proximidade entre as pessoas que interagem.
Schegloff observa que estas regras variam de uma cultura para outra e, numa mesma cultura, até de uma comunidade para outra. Assim, para se proceder a uma análise das seqüências conversacionais, é preciso que se faça o que ele chama de cruzamento cultural.
O autor explica que os atos comunicativos são cercados de regras e reúnem tanto material lingüístico quanto material não-lingüístico (ele dá como exemplos o toque do telefone e o batido na porta, entre outros).
Segundo Schegloff, para uma compreensão dos atos comunicativos, é preciso analisar:
1. Estrutura
2. Interpretação
3. Competência Cultural
O autor utiliza o exemplo da interação pelo telefone como forma de explicar as regras de conversação mais gerais, com a ligação do verbal e não-verbal. Na conversação telefônica o contato inicial é sempre a identificação das duas partes, mesmo que informalmente. Normalmente, as pessoas se utilizam de um padrão simples ao abrir uma conversa ao telefone, sem se preocupar com a identidade da outra parte ou a relação entre ambas. Schegloff lembra que, como são esperados certos padrões de comportamento, podem ocorrer algumas violações neste tipo de interação e dá alguns exemplos. Uma possibilidade é a pessoa que deveria receber a ligação tirar o telefone do gancho. Outra possibilidade: a pessoa que recebe a ligação trata seu interlocutor como se fosse ela quem estivesse efetuando a ligação.
Schegloff , por fim, explica que as normas e as regras de interação possuem um caráter social e são as partes que decidem sobre a sua eficácia através da cooperação. Até os sons mais simples ou palavras soltas podem mostrar a disposição das partes de continuar a interação.

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