| Subject: Re: União Europeia-Espaço Comum |
Author:
Luis Blanch
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Date Posted: 20/01/05 9:41:46
In reply to:
João Carlos
's message, "Re: União Europeia-uma fatalidade?" on 19/01/05 22:57:25
Espaço Comum ,Fontes de cOnhecimento ,investigação e desenvolvimento ,gestão a todos os níveis com exequibilidade imediata,Fundos estruturais ,circulação de pessoas e de ideias,possibilidade de uma misceginação cultural ,rompendo o nosso provincianismo ancestral tão bem exaltado pela literatura de Julio Diniz e a política do António Salazar...
UFF! Já chega. E Ter os olhos abertos,amigo José Carlos...
>quanto à integração de portugal na UE, salvo
>excepções,as quais imediatamente são por alguns
>ostracizadas como se auqeles que questionam de lepra
Não , Portugal fica integrado num Espaço alargado onde os recursos físicos e humanos circularão. Teóricamente os nossos jovens terão acesso a um mercado de conhecimento e de oportunidades laborais ,num plano de igualdade com os outros parceiros europeus.>fossem portadores!
>Mas, os argumentos parece não me terem convencido.
>Vejamos:
>o argumento fundamental e realçado é o
>seguinte:inexistência de recursos naturais e humanos.
>Bem, mas então expliquem-me lá uma coisa, Portugal
>passa a ter mais recursos naturais pertencendo à UE?
>Passamos a ter por nossos o que aos outros pertence? É
>evidente que não!
>Recursos humanos, a questão põe-se do mesmo modo,
>nestes anos de UE aumentaram o nossos recursos humanos
>por força da UE? Também me parece que não.
>Então esperamos o quê? Como não temos recursos...que
>os outros nos dêem os seus?
>Aliás nem sequer alguma vez foi esta a argumentação
>que foi aduzida para justificar a importância de
>aderir à União, foi antes outra completamente
>diferente, a saber, que as nossas empresas iriam
>passar a dispor de um enorme universo de consumidores
>permitindo-lhes assim uma enorme expansão e
>desenvolvimento. è só ler o que foi escrito nessa
>altura. Esta sim foi a base da argumentação! Ao que
>parece o que aconteceu....não foi bem isso.
>Por outro lado, a questão de não haver recursos
>naturais nem humanos, leva-nos então para outros
>caminhos:é que a ser assim o que se questiona já, não
>é tanto a questão da integração mas a da de existência
>de Portugal enquanto país!
>Quanto aos fundos....bem 1º não são eternos. 2º se a
>moeda de troca dos fundos comunitários é a
>desindustrialização do país....aplica-se o
>ditado:"quando a esnola é grande o pobre desconfia".
>Mas o meu desafio mantém-se. Eu não sou economista e
>penso que os intervenientes nos outros posts tb não.O
>desafio é o de ser feito um estudo sério o mais
>elaborado possível sobre como seria Portugal sem a
>adesão à UE. Sem análise séria e especializada só é
>possível dar palpites. Porque é claro que se nos
>reportarmos aos economistas da super-estrutura, já
>sabemos a resposta. Porque um problema sério também é
>este, quando queremos saber alguma coisa sobre
>problemas económicos, aí temos o Miguel Cadilhe, o
>Vitor Constâncio, o Cavaco, etc, etc, que de esuqerda
>não têm nada e que portanto fazem a sua análise dum
>ponto de vista de classe. E como só esses economistas
>têm acesso aos media, depois o povinho pouco mais faz
>que ir repetindo (uns um pouco melhor,outros pior)
>aquilo que os ouvem dizer a eles. E eles estão a
>dizê-lo constantemente pois têm todos os meios de
>comunicação à sua espera ansiosamente. E depois alguns
>mais básicos desse mesmo povinho até acham que sabem
>muito e sentem-se importantes quando arrogantemente
>invectivam aqueles que,simplesmente, se interrogam!
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