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Date Posted: 21:54:36 04/18/05 Mon
Author: Luciana Fiuza
Subject: Interlíngua - sem8

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
FACULDADE DE LETRAS
PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS LINGÜÍSTICOS
LINGÜÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUAS
Prof.a : Vera Lúcia Menezes de Oliveira e Paiva

Aluna: Luciana Fiuza de Sousa


Interlíngua – semana 8


Os textos dessa semana nos apresentam um panorama bastante interessante sobra as teorias de interlíngua. O texto de Schumman mais especificamente trata da questão da pidginização, já os textos de Ellis nos apresentam aspectos sociais, lingüísticos, discursivos psicolinguísticos da interlíngua.
Ellis nos apresenta as teorias de aprendizagem, passando pela teoria behaviorista (que diz que a aprendizagem, como todo comportamento, é baseada em formação de hábito através de estímulo-resposta), a teoria mentalista (que ao contrário da teoria behaviorista tentava explicar o fenômeno da aquisição de línguas sob aspectos inatos e não ambientais) até chegar a teoria de Selinker sobre interlíngua: um sistema lingüístico próprio do aprendiz de uma segunda língua que contém aspectos que não são nem da L1 nem da língua alvo, sendo portanto peculiar (contendo regras abstratas e regras variáveis, sendo um sistema permeável, transicional), os aprendizes, portanto se utilizam de várias estratégias para aprender e sempre sofrem um processo denominado ‘backsliding’ em que o aprendiz, após ter ‘aprendido’ determinada estrutura, volta a cometer ‘erros’ relativo àquela estrutura.
O texto também trata do modelo computacional de aprendizagem, em que há três processos para a aquisição de uma estrutura em L2: o aprendiz é apresentado a um insumo (input) que passa para sua memória de curto prazo (o chamado ‘intake’) que ao passar para a memória de longo prazo passa a ser denominado conhecimento de L2 até que possa ser produzido como ‘output’.
Já no que diz respeito a aspectos sociais da interlíngua, o autor nos mostra a teoria de Trone a respeito do ‘contínuo estilístico’, ou seja a utilização da L2 pode variar entra o estilo cuidadoso (monitorado) e o estilo vernáculo (mais livre). A teria da acomodação de Giles sugere que fatores sociais influenciam a rapidez e a rota do aprendizado, dependendo das interações nas quais o aprendiz participa.
Dentro desses fatores sociais de aprendizado está o modelo de aculturação de Schumman que, através de uma pesquisa feita dom um aprendiz de L2 Alberto, determinou que alguns aprendizes produzirão uma interlíngua pidginizada posto que não se aculturaram na comunidade falante de L2, essa distância social ocorre quando o indivíduo não é capaz ou não deseja se adaptar à nova cultura.
Outras teorias são mais relacionadas ao discurso, de acordo com o texto de Ellis. É o caso da aquisição das regras do discurso (ou as regularidades das conversas ou trocas lingüísticas entre falantes nativos), a negociação de sentido além dos fatores apresentados por Krashen (já discutidos na semana anterior).
Nos aspectos cognitivos relacionados à interlíngua estão a transferência lingüística, a ‘conciousness raising’ e o ‘noticing’ além do modelo multidimensional. As estratégias comunicativas utilizadas pelos aprendizes para se comunicar em uma L2 (como ‘avoidance’, paráfrase entre outros) também são apontados como aspectos cognitivos relevantes.
Finalmente o texto noas apresenta os aspectos lingüísticos da interlíngua, entra eles os universais lingüísticos, o aparato lingüístico inato ao ser humano (ambos apresentados pela GU) , a pobreza de estímulo atrelados à evidência negativa e positiva, e o período crítico, que aponta que há uma idade ideal para se aprender uma L2.

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