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visitante farto de estalinistas baratos
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Date Posted: 8/04/05 13:13:51
In reply to:
Augusto Mendes
's message, "Grande sentido de democracia do PCP" on 8/04/05 13:05:42
A grande sanha do PCP contra o Bloco é porque o PCP é o partido do passado, da defesa do passado, das nacionalizações, dos elefantes brancos, da reforma agrária que veio beneficiar uns tantos camaradas,da hegemonia no movimento sindical onde se calavam os outros por todos os meios, do compadrio nas autarquias para arranjar emprego aos amigos e familiares e membros do partido, do apoio às ditaduras ditas de esquerda como a de Fidel e pior, da Coreia do Norte e da Sérvia, enfim de tudo o que não presta e o Bloco é o partido da esquerda do futuro.
O PCP é um dinossauro em vias de extinção mas ainda mexe. Tem aparelho, tem cãamaras municipais, domina de forma vergonhosa é certo no movimento sindical e até subiu de votação em Fevereiro. Mas é o extertor que antecede a morte. Para quem quer uma sociedade mais justa e despida de preconceitos caducos, para quem acredita nos valores da sã convivência, no civismo, na modernidade só o Bloco de Esquerda interessa. Viva o BE.
>O PCP quer, tendo tido menos votos em Lisboa nas
>últimas eleições, ter maior peso do que o BE que os
>teve mais. É o que se chama ganhar na secretaria.
>Grandes democratas estes senhores do PCP.
>
>
>>O PCP não aceita que a base de partida para a
>>negociação de uma coligação de esquerda (PS, PCP, BE)
>>em Lisboa, para as eleições autárquicas, seja os
>>resultados das legislativas de Fevereiro passado. Ora,
>>é precisamente esse o ponto de partida dos socialistas
>>para a reunião que, na próxima quarta-feira, vai
>>juntar as direcções nacionais dos dois partidos para o
>>PS, os lugares que cabem a cada partido devem seguir a
>>correlação de forças das últimas eleições. Um cenário
>>que, a ir por diante, prejudicaria o PCP, uma vez que,
>>nas legislativas, os comunistas ficaram atrás do Bloco
>>de Esquerda no concelho de Lisboa. E o PS não abdica
>>de incluir o BE na futura coligação.
>>
>>O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, é claro na rejeição
>>da proposta do PS "Não deve haver transposição dos
>>resultados das legislativas para as autárquicas. Há
>>que ter em conta que a CDU é uma grande força política
>>autárquica, com uma percentagem [nas eleições locais]
>>que é sempre superior à das legislativas. Basta
>>consultar toda a história dos resultados da CDU nas
>>autárquicas e comparar com as legislativas", disse o
>>líder comunista ao DN. Para Jerónimo, o que é proposto
>>pelo PS "não é um critério político sério" e contrapõe
>>que o ponto de partida para as negociações "tenha em
>>conta a experiência passada da coligação Por Lisboa",
>>em que a repartição de lugares era equitativa.
>>
>>Miguel Coelho, líder da concelhia do PS, pelo
>>contrário, reitera que os resultados das legislativas
>>"devem ser o referencial para as negociações". Uma
>>posição que já tinha sido assumida por Jorge Coelho, o
>>coordenador autárquico do PS, para quem o peso
>>relativo de cada partido deve ter "em conta os
>>resultados das últimas legislativas". Jorge Coelho
>>lembrou mesmo, numa conferência de imprensa, que "o BE
>>em Lisboa, hoje, tem mais votos que o PCP."
>>
>>Na reunião da próxima quarta- -feira, Jerónimo de
>>Sousa diz que quer discutir apenas Lisboa, e não fala
>>de um possível entendimento no Porto. Também o BE
>>recusa coligar-se na Invicta. "Está absolutamente
>>decidido, não nos coligamos no Porto", disse ao DN o
>>dirigente bloquista João Teixeira Lopes. Em Lisboa, o
>>BE vê com bons olhos o nome de Carrilho e já teve
>>contactos exploratórios com o PS.
>>
>>O PCP mostra-se de "espírito aberto" para "discutir a
>>necessidade de se operarem rectificações sobre
>>decisões tomadas durante o mandato, sobretudo na área
>>do urbanismo, com destaque para a solução no Parque
>>Mayer", disse ao DN Carlos Chaparro. Num encontro
>>recente promovido pelo organismo coordenador da
>>cidade, os comunistas fizeram uma apreciação negativa
>>do trabalho socialista na Câmara de Lisboa. "O PS
>>provou no mandato que, não estando condicionado por um
>>programa e por uma aliança com o PCP, a sua prática
>>desliza sempre para a direita, privilegiando os
>>negócios e a especulação imobiliária, desprezando a
>>defesa da cidade e do povo de Lisboa, como fazia antes
>>de 89". Reivindicando o estatuto de garante da defesa
>>de Lisboa, o partido não recusa, todavia que "a melhor
>>garantia da derrota da direita seria num quadro de
>>coligação das forças democráticas".
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