| Subject: Divisão em Lisboa "não favorecerá a Esquerda" |
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JN, 20/05/05
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Date Posted: 21/05/05 0:58:57
JN, 20/05/05
Divisão em Lisboa "não favorecerá a Esquerda"
CDU: Apoio do BE a Sá Fernandes criticado na apresentação do programa eleitoral Dívida da Câmara avaliada em quase nos 200 milhões de euros
Ruben de Carvalho admite que seria mais "vantajoso" se as negociações para reedição de uma coligação de Esquerda em Lisboa não tivessem falhado.
"Obviamente [a divisão] não favorecerá a Esquerda", afirmou ontem, na apresentação do programa eleitoral da CDU, para as autárquicas, em Lisboa.
Foi o PS, sublinhou, que "inviabilizou" a coligação. Por isso, a sua candidatura será "inquestionavelmente para ir até ao fim".
O cabeça de lista não rejeitou, no entanto, a possibilidade de entendimentos pós-eleitorais com o PS. "Ainda é muito cedo", sublinhou aos jornalistas.
A gestão de Santana Lopes e de Carmona Rodrigues foi o principal alvo das críticas comunistas.
A cidade está num "caos", sublinharam o cabeça de lista e o presidente da Assembleia Municipal, Modesto Navarro.
O BE também não foi esquecido. O apoio à candidatura independente de José Sá Fernandes, embora "totalmente legítimo", causou "estranheza" pela "falta de clareza" com que foi apresentado, disse Ruben. Navarro criticou os bloquistas por terem apoiado, juntamente com os socialistas, o "negócio" de Carmona com os terrenos da Feira Popular.
"O BE faz de cordeirinho amansado nos braços de Sá Fernandes, o lobo que parecia mau e apenas preparava uma candidatura tão independente, que até mete pena tanta independência dependente de gente de Direita e do esquerdismo arrependido", afirmou o presidente da AM.
Coube a Modesto Navarro o discurso político. Acusou as "montanhas de assessores, adjuntos, santanetes e carmonistas" de incompetência. E, afirmou que as dívidas do município estão próximas dos 200 milhões de euros.
Ruben apresentou o programa. O túnel do Marquês e o Parque Mayer foram classificados de "exemplos da demagogia eleitoralista" de Santana. A CDU defende que se prolongue o túnel até um pouco abaixo da rua Castilho e propõe a instalação da Feira Popular no espaço envolvente à antiga Docapesca. Em relação ao Parque Mayer, planeia redefinir os acordos com os privados, manter a actividade artística e proteger o Jardim Botânico.
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