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Subject: "Nova economia" deve cortar mais oito mil empregos até 2008


Author:
Anabela Campos
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Date Posted: 27/09/05 18:47:06
In reply to: Eunice Lourenço 's message, "O que é feito do Plano Tecnológico?" on 26/09/05 19:03:33

Cortes acrescem aos 10 mil postos de trabalho que o sector de telecomunicações, media e tecnologias de informação em Portugal perdeu entre 2002 e 2004

É "negro" o cenário traçado para o mercado de emprego nas empresas portuguesas de telecomunicações, media e tecnologias de informação, as firmas da nova economia habitualmente designadas por TMT, prevendo-se a perda de mais 7834 postos de trabalho até ao final de 2008. Os dados são revelados no estudo anual da consultora para as novas tecnologias Reportium XXI Consulting, ontem divulgado.
A consultora afirma que a "linha de tendência nos recursos humanos" para o período compreendido entre 2002 e 2008 "é de redução em todo o sector das TMT" e prevê que o número de trabalhadores se reduza de 65.808 em 2004 para 57.974 em 2006. Com este número, diz a consultora, o mercado de trabalho das TMT "estará no limiar mínimo da sua eficiência".
No estudo, "O Mercado das TMT em Portugal", a Reportium adianta ainda que o sector perdeu 10.568 trabalhadores entre 2001 e 2004. Só no ano passado, o número de postos de trabalho nas TMT reduziu-se em 3,8 por cento. Para esta tendência de quebra tem contribuído a redução do número de trabalhadores da Portugal Telecom, verificado essencialmente na rede fixa: desde 2001 saíram 3.500 pessoas, a maioria através de reformas e pré-reformas. Este ano, a PT prevê reduzir entre 1000 e 1.500 pessoas, e tem um previsto no âmbito do programa de redução de colaboradores um custo médio por trabalhador entre 250 mil euros (50 mil contos) e 270 mil.
2001 foi o ano em que se registou o maior índice de emprego no sector, mas a quebra acumulada entre o final daquele ano e 2008 deverá ascender a 18,4 mil trabalhadores, segundo as previsões da Reportium XXI Consulting. Ou seja, em sete anos o sector perderá 24 por cento da sua força de trabalho, "o que representará uma grave situação social" para a área. A consultora chama a atenção para o facto deste downsizing de trabalhadores contrastar com a previsão de um aumento de 5,4 por cento dos proveitos operacionais das TMT para o mesmo período.

O pior já passou?
Apesar de os próximos anos não serem propriamente animados ao nível do emprego no sector, a Reportium afirma que os anos históricos de 2002, 2003 e 2004 foram mais penalizadores para o emprego do que se prevê para os anos de 2005 a 2008. A única área que ainda está este ano a criar emprego nas TMT é das vendas e distribuidores, uma situação que se irá alterar até 2008, já que em 2006 deverá começar a haver desemprego também aqui.
O estudo, que tem por base os resultados de mais de 440 empresas de TMT, conclui ainda que "o problema do desemprego nas TMT não é sectorial, mas uma consequência da fragilidade da produtividade e competitividade da globalidade da economia nacional que se arrasta desde 2001". Outro dos factores que tem acentuado o cenário de desemprego nesta área "é a adopção de estratégias empresariais - especialmente nas empresas com maior peso - onde prevalece a melhoria acelerada dos rácios económico-financeiros, em detrimento de um posicionamento com responsabilidade social perante os recursos humanos", considera a consultora.
Adicionalmente, acrescenta, muitas empresas têm redimensionado as suas estruturas, visando a redução da dívida líquida. A Reportium acusa o Estado de "desinteresse" pela situação, que não tem contrariado "com medidas de incentivo à criação de emprego", o que agrava a situação da segurança social, com um aumento do desemprego.

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