| Subject: Pois, mais valia estar calado |
Author:
Calado
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Date Posted: 19/07/05 0:04:51
In reply to:
Lusa
's message, "Jerónimo de Sousa diz que não adianta pedir silêncio ao PCP" on 18/07/05 19:34:06
Tanta asneira e tanta lorpice também enojam. Pobre do PCP co este Cassetes Jerónimo.
>Seixal:Jerónimo de Sousa diz que não adianta pedir
>silêncio ao PCP
>
>
>Seixal, 17 Jul (Lusa) - O secretário-geral do PCP,
>Jerónimo de Sousa, garantiu hoje no Seixal que os
>comunistas "continuam a lutar contra a política de
>direita do PS" e advertiu que "não adianta pedir o
>silêncio e a resignação do PCP".
>
>"Não venham pedir resignação e silêncio ao PCP. Nós
>temos propostas, continuamos a considerar que o
>crescimento económico é fundamental e que a obsessão
>do défice se deve submeter à necessidade objectiva do
>crescimento económico", disse Jerónimo de Sousa, que
>apelou a uma mudança da política do governo.
>
>"Em vez de ir buscar aos bolsos vazios dos
>trabalhadores, dos pequenos e médios empresários, é
>preciso ir buscar aos sacos cheios do grande capital,
>do sector privado, do sector bancário, das
>seguradoras, da especulação imobiliária, da
>especulação bolsista. Vão buscar onde há, não vão
>buscar a quem não tem, porque enquanto isso acontecer
>não há solução para o país", advertiu o líder
>comunista.
>
>Jerónimo de Sousa falava a centenas de militantes
>comunistas que trabalham nos preparativos da Festa do
>Avante, durante um almoço no novo refeitório da Quinta
>da Atalaia.
>
>Depois de se congratular com a adesão de mil novos
>militantes desde o passado mês de Janeiro, Jerónimo de
>Sousa teceu duras críticas à política do governo e
>insurgiu-se contra o Governador do Banco de Portugal,
>Vítor Constâncio, que considerou "populistas" as
>propostas apresentadas pelo PCP para que a banca, em
>vez dos actuais 12 por cento, pagasse, pelo menos, 20
>por cento de IRC.
>
>"Também é populista dizer que cinco administradores do
>Banco de Portugal custam ao erário publico 350 mi
>contos À não é 350 mil euros - são 350 mil contos",
>questionou o líder comunista, defendendo que Vítor
>Constâncio deveria dar o exemplo abdicando das
>mordomias do cargo que exerce.
>
>"A quem se dirige aos trabalhadores da administração
>pública a pedir sacrifícios, nós dizemos: senhor Vítor
>Constâncio, comece por si, deixe de ter as mordomias,
>deixe de ter os privilégios que tem no nosso país",
>desafiou o líder comunista.
>
>GR.
>
>Lusa/Fim
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