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| Subject: Pintasilgo acusou aliança Eanes-PCP de ter dividido eleitorado que a apoiava | |
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Author: DN, 27/01/86 |
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Date Posted: 31/01/06 22:09:21 In reply to: João Paulo Guerra 's message, "Uma candidatura pré-fabricada pelas “sondagens de opinião”" on 31/01/06 18:49:39 DN, 27/01/86 Pintasilgo acusou aliança Eanes-PCP de ter dividido eleitorado que a apoiava Maria de Lurdes Pintasilgo acusou, ontem, Ramalho Eanes de, “em cumplicidade com a direcção do PCP”, ter “dividido o eleitorado que me apoiava”. Esta foi uma das explicações para a derrota eleitoral, assumida com “frontalidade”, mas com alguma “surpresa”, porque as “consciências foram mais coagidas do que supunha”. A candidata presidencial considerou que o actual Presidente da República cometeu o “erro trágico” de se ter aliado ao PCP, aceitando implicitamente a teoria de que existiam dois inimigos principais: Freitas do Amaral e Mário Soares”. Para além de ter “sobrevalorizado a sua força”, Ramalho Eanes terá perante si a “difícil tarefa” de explicar ”por qual dos dois inimigos vai optar na segunda volta”. Pelo seu lado, Lurdes Pintasilgo declarou que não votaria Freitas do Amaral, nem se absteria. Mas recusou-se uma vez mais a dar indicação de voto aos seus apoiantes, na perspectiva de “não copiar os métodos e as práticas de certos partidos políticos”. As críticas ao desrespeito pelas “regras e pela ética democrática” de “direcções partidárias e de altas personalidades” foram o eixo da sua argumentação para explicar o facto de a sua candidatura não ter tido o apoio necessário para se tornar vitoriosa. Em seu entender, houve quem tenha tentado “pressionar as consciências, utilizando todos os meios disponíveis, sejam os que resultam do poderio económico e político, do controlo dos sectores da Comunicação Social, ou de uma abusiva utilização dos aparelhos partidários”. Já no período de respostas aos jornalistas, a candidata diria mesmo que se tentou transformar o sufrágio directo e universal num “colégio eleitoral” formado por “partidos políticos e altas personalidades” que “usaram abusivamente o poder”. Movimento acabou Projecto continua Para Lurdes Pintasilgo, a campanha eleitoral mostrou, ainda, que o projecto de “revitalização da democracia portuguesa constitui uma real possibilidade e representa um imperativo sentido por muitos”. Por outras palavras, disse que o movimento de apoio à sua candidatura “termina esta noite”, mas as suas propostas continuarão a servir para a “renovação da prática política neste País”. Conforme disse em conferência de imprensa (…) Augusto Mateus (membro da Comissão Política), “perdemos uma batalha, mas não perdemos a guerra. Intervenção ao nível local (“horizonte político privilegiado”) e ainda outras de participação ao nível cultural foram consideradas como possíveis por Augusto Mateus. E isto como via para ultrapassar a “natural frustração” dos apoiantes da “senhora engenheira”. Frustração que se espelhava na face daqueles que tinham escolhido a sede da Luciano Cordeiro para passar a noite das eleições. Mas, passado o desânimo inicial, um grupo do “staff” de apoio arrancou escada abaixo cantando o c^ntico dos jovens pintasilguistas: “Somos a malta Pintasilgo olará, somos a malta mais porreira que há”. Foi remédio santo e daí a pouco toda a gente cantava o hino da candidata a plenos pulmões. Quando a candidata chegou o grito de “Pintasilgo, Pintasilgo” ecoou por todo o edifício. (…) [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Mas isto agora é um cinema de bairro e só mostra reposições?!... (NT) | Visitante Cinico (e a gosar que nem um cabinda...) | 31/01/06 22:23:54 |