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Subject: principalmente a amizade com o zé dos bigodes, o fascista, estaline.


Author:
atento.
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Date Posted: 21/07/06 17:12:51
In reply to: PCP 's message, "LUTAR, LUTAR SEMPRE" on 18/07/06 12:00:57

>LUTAR, LUTAR SEMPRE
>
>O reforço orgânico e interventivo do Partido,
>apresenta-se como a questão maior que se coloca ao
>colectivo partidário comunista. Trata-se de um reforço
>integrado, complementar e interligado nas suas duas
>vertentes: o reforço orgânico permite ao Partido uma
>mais forte intervenção política, a qual, por sua vez,
>cria maiores possibilidades de o Partido se tornar
>mais forte. Conhecida que é a importância da acção
>desenvolvida pelo PCP na resistência à política de
>direita – uma acção sem paralelo no quadro partidário
>nacional, como sublinha o Comunicado aprovado pelo
>Comité Central do Partido, na sua reunião de sábado
>passado – é fácil de ver a relevância do seu reforço,
>sempre, e ainda mais na complexa e difícil situação
>actual.
>Avaliando o resultado da concretização das orientações
>visando o reforço do Partido, definidas pelo XVII
>Congresso, o CC registou, não apenas o grande
>dinamismo da organização e intervenção partidárias,
>mas igualmente os resultados positivos decorrentes das
>medidas que têm vindo a ser aplicadas. A adesão de
>1600 novos militantes no primeiro semestre deste ano
>de 2006 – ano de reforço do Partido - é um exemplo
>disso, ao mesmo tempo que constitui um sinal
>iniludível das enormes potencialidades existentes. Tal
>como o são os avanços verificados na implementação da
>decisão de, até final do ano, chamar a maiores
>responsabilidades de direcção, aos vários níveis, 500
>quadros jovens. Tal como o é a realização, até agora,
>de 236 assembleias das organizações, estando prevista
>a realização de 300 outras até Dezembro. Tudo isto
>acompanhado pelo esforço, conseguido, de uma maior
>intervenção na acção política e no desenvolvimento da
>luta de massas; de êxitos assinaláveis na ligação aos
>trabalhadores, através do reforço da organização e da
>intervenção nas empresas e locais de trabalho; de uma
>maior ligação aos membros do Partido visando aumentar
>o núcleo activo e a militância. Tudo isto confirmando
>inequivocamente as enormes possibilidades de reforço
>do Partido existentes e o papel decisivo do colectivo
>partidário no aproveitamento dessas possibilidades.
>
>Daí a importância, sublinhada pelo CC, de, no segundo
>semestre agora iniciado, as organizações e militantes
>darem continuidade, intensificando-a, à acção
>determinada e confiante até agora desenvolvida. Só
>assim é possível - e assim, «Sim, é possível! Um PCP
>mais forte», um PCP mais influente, melhor preparado
>para cumprir o seu papel insubstituível na sociedade
>portuguesa. E as evoluções recentes da situação
>política nacional tornam bem evidente a necessidade
>desse reforço. Vivemos um tempo de ofensiva global ao
>serviço dos interesses do grande capital e contra os
>interesses dos trabalhadores, do povo e do País –
>ofensiva que, protagonizada pelo Governo PS/José
>Sócrates, constitui uma nova fase da aplicação da
>política de direita na qual a tentativa de subversão
>do regime democrático assume expressões preocupantes.
>Como o PCP previu e preveniu e a realidade confirma,
>os ataques à democracia social e económica são,
>simultaneamente, ataques contra os direitos,
>liberdades e garantias dos trabalhadores e dos
>cidadãos, contra a democracia política, contra o
>regime democrático. Multiplicam-se as acções de
>limitação de direitos e de restrições às liberdades,
>nomeadamente a liberdade de expressão; intensificam-se
>os ataques à liberdade sindical, os actos de
>intimidação e as ameaças a dirigentes sindicais e
>activistas do PCP; são cada vez mais os casos em que
>forças de segurança, ao serviço do patronato, intervêm
>dentro ou junto das empresas – tudo muito à semelhança
>do que acontecia durante o regime fascista.
>E, bem revelador do alcance, da dimensão e do conteúdo
>da ofensiva contra as liberdades conduzida pelo
>Governo PS/José Sócrates, é o caso, sublinhado pelo
>CC, do processo contra dois dirigentes do PCP por
>terem cometido o crime de ir entregar ao
>primeiro-ministro um abaixo-assinado subscrito por
>mais de100 mil cidadãos.
>
>A situação acima enunciada (ainda que resumidamente)
>mostra a gravidade da situação existente, o quadro
>negro decorrente da ofensiva actual contra o regime
>democrático. Uma ofensiva que, insista-se, começa no
>cumprimento servil, por parte dos governantes, das
>ordens do grande capital em matéria de política
>económica e social, e se complementa com os ataques à
>democracia política. E as perspectivas futuras vão
>nesse mesmo sentido: o Governo PS/José Sócrates – com
>a maioria de que dispõe no Parlamento e com o apoio do
>PSD – anuncia o prosseguimento dos ataques à
>democracia política, através, nomeadamente, da revisão
>das leis eleitorais, de alterações na política de
>segurança interna, do chamado pacto de regime para a
>área da justiça – medidas todas elas direccionadas
>para, em violação das liberdades democráticas, limitar
>a acção dos que continuam a lutar contra os objectivos
>da direita e do capital.
>Tudo isto, coloca exigências imperativas no plano da
>luta de massas. Valorizando, justamente, o vasto
>conjunto de lutas levadas à prática por trabalhadores
>de praticamente todos os sectores de actividade; as
>lutas das populações contra a destruição e
>encerramento de serviços públicos essenciais; as
>acções dos agricultores e de outros segmentos da
>população – o CC sublinha a importância decisiva da
>luta de massas para travar e derrotar esta ofensiva e
>para impor uma ruptura de esquerda com a actual
>política de direita, condição indispensável para
>assegurar uma nova política rumo a um futuro de
>progresso, justiça e desenvolvimento. Reforçar o
>Partido, intensificar a luta: eis o caminho para esse
>futuro.

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Replies:
Subject Author Date
La Lámpara MarinaPablo Neruda21/07/06 18:15:34


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