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Subject: O clima é coisa complicada e as rezas já não são o que eram, meu filho


Author:
Bento XXI
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Date Posted: 11/05/06 19:32:16
In reply to: Beneditos 's message, "Tá de chuva" on 11/05/06 19:05:19

> >Pois é, meu filho, vivemos no Mundo da imaginação...
>>Vemos searas, imaginamos pão;
> R: ( E sua eminência vê o que? quando olha para uma
>seara de trigo ou outro qualquer cereal !)
>vemos trocas e
>>imaginamos todos satisfeitos,
>R: ( alguém disse que estava satisfeito!-Sua eminência
>delira!...)
> porque tudo se troca
>>pelo seu valor
>R: ( se é pelo seu valor ou não, pelo menos é com
>mais valia, ou não será?
>-É aqui que a porca ou o porco torce o rabo! )
> e ninguém enrola ninguém. É o puro
>>mundo do sonho.. .
>R:(Como queira no paraíso ou no céu é a escolha do
>freguês)
>>Por isso, dizemos: o lucro nasce na produção (ainda
>>que aqui nasçam produtos, e o lucro apareça sob a
>>forma de dinheirinho, proveniente da troca de
>>mercadorias entre pessoas, e não sob a forma de
>>produtos).
>R: (Assim ! E sua eminência já experimentou comer
>endinheirados ou beber tourinho mas pode também se
>desejar beber patinha e para rematar que tal acabar
>por degustar uns adiamantemos)
>>Não nos apercebemos que no meio desta estria há um
>>eterno enganado (para além das trapaças que os
>>capitalistas tentam fazer uns aos outros). Já teve
>>vários nomes, este bombo da festa, o mais prosaico
>>deles ainda é: o mexilhão .R:( pois o mexilhão mas
>com cuidado, pois, por vezes o mexilhão provoca
>intoxicação e pode ser mortal.)
>>Se um dos intervenientes na troca - o dito cujo
>>mexilhão - tem para vender uma mercadoria que se
>>apresenta sob a forma de "capacidade para trabalhar x
>>horas", que o seu comprador consome, e este lhe
>>fornece em troca x-y horas (sob a forma de
>>endinheirados), com as quais o dito cujo compra os
>>mores e o resto para se manter vivo e voltar a
>>produzir a sua mercadoria (onde estão materializadas
>>as tais x-y horas), porque carga de água y (o
>lucro, a
>>mais-valia ou o nome que lhe queiramos dar) foi gerado
>>na produção e não na troca (desigual) entre o dito
>>cujo mexilhão e o comprador da sua mercadoria?
>>Se a mercadoria do dito cujo mexilhão é vendida ao
>>tempo, a única forma do seu comprador se assegurar que
>>lhe dá menos do que recebeu é pagá-la também em tempo,
>>neste caso, pagá-la com menos tempo, para se apropriar
>>de algum tempo. Se a produção é tempo e na troca se
>>troca tempo por menos tempo, originando tempo R:(
>depressão cavada a norte e chuvas a sul do cabo
>carvoeiro para amanhã céu pouco novelado e aguaceiros
>no Algarve!)
>>sobrante, onde se cria o lucro? Na produção ou na
>>troca? R: ( lógico que é sempre na produção porque
>quando se transforma algo acrescentasse mais valia Ex:
>Vénus de Miolo antes de ser o que é, era um calhau?
>Agora tente trocar um calho cravado numa pedreira
>.como ele fosse a vénus do dito cujo. )
>>Se designarmos o tempo consumido na produção por
>>valor, verifica-se que o valor é originado na produção
>>(pois é aí que o tempo é consumido); mas o valor
>>sobrante, o que não foi retribuído, é originado na
>>troca: o mexilhão fornece x, o papa mexilhões
>>fornece-lhe em troca x-y!
>>Se o Marx se tivesse ficado por aqui, já não era
>>pouco. R. ( Vossa eminência delira de febre e olhe
>que é da amarela : En~tão é tudo uma questão de mais
>tempo ou menos tempo, mas no tempo de Marx tempo de
>trabalho rondava as 14 horas de trabalho e mais e
>ainda mais, o tempo de começar a trabalhar tanto nos
>campos como nas cidades
>aproximadamente aos 5 anos de idade nas minas nas
>fabricas enfim no que calhava era o tempo do trabalha
>ate morreres ou trabalha para a morte: Ora Marx era
>muito mais inteligente e generoso que vossa eminência
>e logo percebeu que não era o tempo que estava em
>causa mas sim a força de trabalho seja ela intelectual
>ou manual. Infelizmente, em tempos de idealismo R:(
>Em tempos de idealismo!!!!???? mas que idealismo....?
>Vossa eminência agora endoudeceu de vez! )ele tinha
>>profetizado que o mexilhão se tornaria o proprietário
>>único do produto, para devolver a humanidade ao
>homem,R: ( e ainda vai a tempo ou pensa vosso
>eminência que o tempo em que vivemos é o Alfa e Ómega
>da História?!)
>>e uma das justificações que arranjou foi transformar
>>esta troca desigual, da ordem dos factos, numa
>>iniquidade, da ordem da moral, a tão chorada
>>exploração. P:(e agora sem cinismo, é ou não verdade,
>que assim é?)
>>Ainda se tivesse dito que a ganância dos compradores
>>de tempo os levaria a comprar cada vez menos tempo,P:
>( se não o disse pelo´menos deu a entender o que não é
>mau. Para alem de ter contribuído para que as classes
>trabalhadores conquistassem um horário de trabalho em
>que o 1º de MAIO é uma marco dessa luta como vê o
>tempo é um mero barómetro da verdade!
>>perdendo, assim, a mercadoria do mexilhão utilidade e
>>necessidade, e este, sob pena de morrer de fome, à
>>míngua de compradores da sua mercadoria, da alienação
>>da qual depende para se manter vivo, se revoltasse
>>para restituir utilidade e necessidade à sua
>>mercadoria, ainda vá que não vá. Em vez de se
>>contentar em apresentar o mexilhão como alvo do conto
>>do vigário, não, teve que o transformar em coitadinho,
>>alvo do salteador de estrada, para que todos dele se
>>condoessem. Não havia necessidade, meu filho... não
>>havia necessidade.P: (Acha mesmo isso ou é apenas da
>delírio devido a febre?Alem de não constar que Marx
>tivesse alguma vez aderido a ordem de S. Francisco ou
>aos carmelitas dos pés descalços!
>>O mexilhão foi deste modo transformado em Messias
>>redentor, R:(Messias não diria, mas actor da
>História cada vez mais sem duvida!) porque além do
>mais era o criador de tudo, R: ( e já agora consumidor
>era essa também são irmãos do Messias)
>>ainda que tudo se fosse fazendo com recurso a cada vez
>>menos tempo. R : ( é verdade mas também foram os
>trabalhadores que com a sua inteligência e acção
>criadora e luta o conseguiram a ciência o conhecimento
>é fruto do trabalho não fruto do tempo! Como dizia
>Albert Einstein “10% de imaginação e 90% de esforço “
>mais coisa menos coisa !)
>>O profeta Marx sonhou que o tempo da "capacidade para
>>trabalhar" do mexilhão iria deixar de ser o padrão do
>>que se chamava valor. Sonhou e disse-o. O sonho foi
>>que o mexilhão iria deixar de ter necessidade de
>>vender ou comprar. Adiantou-se no tempo,
>>transportou-se para o tempo trans-histórico. Não
>>sonhou que no tempo histórico, aquele que interessa ao
>>mortal mexilhão, R: ( esse tempo que interessa ou
>comum do mortal é demasiado estreito para tal
>personagem e a prova é esta sua eminência está dar
>demasiada importância a Marx porque no fundo
>sabe quanto é importante o contributo de Marx para o
>futuro.) aeste pudesse passar a vender a mesma
>>mercadoria (a única de que dispõe) sob outra forma ou
>>sem ser por tempo, e deste modo, a estoria continuasse
>>uma estória interminável (ainda que com outros
>>personagens).
>>Os marxistas, coitados, ao invés de corrigirem os
>>equívocos do Marx, retirando da estória a moral,que
>>não é para ela chamada
>P:R:( A Moral, não é só um conceito, que o Homem ou a
>Humanidade como queira; toma como seu, e transporta
>com ele ou ela, nos seus actos, se assim não fosse a
>História não existia. O homem viveria como qualquer
>mamífero porque os problemas põem-se-se também neste
>patamar da Moral a moral / consciência é uma
>característica Humana, por tal conta e muito, embora
>vossa eminência não queira ou não goste, ela a
>Moral/Consciência, esta e estará l na História porque
>é parte da vida, queira ou não! )
>(porque moral por moral, o
>>conto do vigário de que o mexilhão é alvo é muito
>>menos imoral do que a coerção das grilhetas ou da
>>servidão a que foi sujeito em tempos idos), P: ( só
>nos tempos idos??????)deixando
>>somente os factos, já de si elucidativos, não senhor,
>>agarram-se aos equívocos como lapa à rocha, e daí não
>>desgrudam. É daí que provém o negacionismo de que o
>>lucro, a mais-valia ou o tempo de trabalho apropriado
>>não provém da troca - isto é, da circulação - mas da
>>produção.
>>É que no mundo da troca de mercadorias não há apenas
>>um tipo de intervenientes - os compradores de tempo do
>>mexilhão - entre os quais as mercadorias se trocam em
>>torno do seu valor; há também o mexilhão, com o qual a
>>troca não é equitativa. Por isso, nesta estória, quem
>>se lixa é o mexilhão!
>>Por não saber deslindar a estória, não era necessário
>>vir com essa do ovo e da galinha, meu filho. É que
>>quem os fez foi o galo! R: ( assim, e você messe
>assisti? Eminência.....)
>NB:
> Para acabar estou a ficar sem tempo para perder tempo
>com vossa eminência parda !

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