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Subject: Demolições da Obriverca paradas em Moscavide por falta de licença


Author:
Paula Sanchez (DN, 16.04.2007)
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Date Posted: 17/04/07 17:43:05
In reply to: Fernando Penim Redondo 's message, "Era uma vez uma fábrica..." on 17/04/07 17:37:11

Demolições da Obriverca paradas em Moscavide por falta de licença

Uma nova urbanização da Obriverca promete nascer dos escombros da antiga Fábrica Nacional de Munições e Armas Ligeiras, em Moscavide. Um imenso cartaz no local dá essa garantia, mas o presidente da construtora, Eduardo Rodrigues, confirmou ao DN que o projecto ainda não foi aprovado pela Câmara de Loures.

A Obriverca, que irá construir em terrenos pertencentes a uma imobiliária do empresário Armando Gertrudes Martins, a Mavifa, iniciou as demolições há cerca de um mês, mas suspendeu os trabalhos após a visita ao local dos fiscais municipais, que embargaram a obra por não se encontrar licenciada.

Populares disseram ao DN que a empreitada foi embargada vários dias depois de terem sido feitas as demolições e quando esses trabalhos estavam quase concluídos. "Até andou por aí um helicóptero a sobrevoar a fábrica", adiantou uma fonte.

O presidente do Grupo Obriverca disse ao DN que a empresa pediu uma autorização prévia para iniciar as demolições, já que era necessário prevenir acidentes pessoais no interior das antigas instalações fabris. "O pedido foi deferido e só demolimos os edifícios em ruína iminente. Os outros continuam de pé", afirmou. Como o local estava a ser habitado há muitos anos por toxicodependentes e sem-abrigo, Eduardo Rodrigues admitiu preferir pagar a multa à eventualidade de ali morrer alguém numa derrocada.

A produção fabril na antiga unidade industrial de Moscavide, que, juntamente com a fábrica de Braço de Prata e da Pólvora, integra as áreas militares na zona oriental de Lisboa e Loures, cessou em meados da década de 80, mas só foi completamente abandonada há quase dez anos, quando se foram embora os últimos dez funcionários. Desde então, os terrenos estiveram para venda, acabando por ser comprados no ano passado pela Mavifa "por pouco mais de 32 milhões de euros", esclareceu Eduardo Rodrigues, lamentando não os ter comprado antes por "cerca de 20 milhões".

A construção do Condomínio Oriente, que passará também por um fundo imobiliário fechado, cujo nome não foi revelado pelo presidente da Obriverca, "cumpre todos os requisitos do Plano Director Municipal de Loures", afiançou.

Aludindo a uma área que se encontra classificada pelo PDM como de uso industrial misto, o presidente da Obriverca adiantou que "só 25% serão para habitação". A maior parte do espaço será ocupada com comércio e serviços, espaços verdes, estacionamentos subterrâneos e equipamentos públicos.

No projecto de arquitectura patente no local da antiga fábrica, os promotores imobiliários garantem a cedência de 15 mil metros quadrados para a construção de um pavilhão multiusos e um centro de dia. Ressalvando que as negociações ainda estão a decorrer, Eduardo Rodrigues salienta que o "mais provável é ser a Obriverca a construir esses equipamentos públicos, que ficarão inseridos na nova urbanização".

Foi a garantia dessa cedência que levou a Junta de Freguesia (JF) de Moscavide a dar parecer positivo ao projecto. O presidente Daniel Lima disse ao DN que esses 15 mil metros quadrados são essenciais para construir "o centro de saúde, o pavilhão desportivo, a esquadra de polícia e o centro de dia". Outro problema que a JF espera ver resolvido é o do estacionamento, já que a urbanização irá disponibilizar "2500 novos lugares para o público", afirmou o autarca.

Paula Sanchez

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Replies:
Subject Author Date
Re: Demolições da Obriverca paradas em Moscavide por falta de licençaPaulo Silva18/04/07 23:18:00


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