| Subject: discussão: a propósito |
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Date Posted: 22:50:27 06/18/01 Mon
Subject: a propósito...
From: oviola
To: All
Date Posted: Fri, Jun 15, 2001 at 14:09:52 (WEST)
Email Address: oviola@net.sapo.pt
Message:
Boa tarde. Depois de ter sido alertada por uma revista, a meu ver algo duvidosa, para este abaixo-assinado, resolvi espreitar. Fui lendo as intervenções com mais ou menos atenção, de acordo com o teor dos comentários e resolvi intervir. Antes de mais quero desde já esclarecer: Quando acima me refiro ao carácter duvidoso da revista quero com isto dizer que da informação lá veiculada faço sempre uma triagem pois já tive diversas oportunidades de constatar que é tendenciosa. Não a compro - teria razão mais que suficiente para não lê-la; mas acontece que a minha profissão obriga-me a que leia todo o tipo de informação, por isso quase toda a Imprensa é comprada no meu local de trabalho. Logo aqui explico por que abordo a questão assim - estamos perante outro tipo de lixo - o da Imprensa escrita. Ou porque os jornalistas já não são profissionais que se limitam a relatar factos ou porque o carácter de informação que pretendem fazer passar é o que mais vende. Pelo menos não me sentiria tão revoltada se os jornalistas assumissem que antes de mais são humanos, logo, antes de mais têm opinião, e depois profissão... Aqui nasce imediatamente outra problemática - o que vende! O que as pessoas querem ler! A responsabilidade de quem orienta os órgãos de Comunicação Social! A própria responsabilidade individual de todos! E tudo se resume a valores: ainda os há? Que valores são esses? Os meus serão os correctos? A minha leitura da nossa sociedade actual é tão somente esta: estamos ensinados pela lógica do mercado. Ela funciona até no mais pequeno pormenor. Saio de casa para o trabalho e no trajecto que faço diariamente deparo-me com algo que me desorienta - o salário mínimo português são sessenta e picos mil escudos. Os carros que vejo passar são os considerados - grande parte - de médio ou topo de gama. Então há dinheiro ou seremos nós, portugueses, magos das finanças?! A resposta é simples: mesmo não tendo dinheiro, temos crédito - que não é a mesma coisa - e alimentamo-nos de miragens. Se de facto fossemos verdadeiros não nos importaríamos de andar num carro mais barato, independente da opinião do vizinho - e aqui o vizinho teria a mesma opinião - mas o mostrar que temos é mais forte. E basta olhar para fora, para a nossa Europa, ou mesmo para a Espanha aqui tão perto, que ganham mais do que nós. Eles são maiores... De seguida, vou tomar o café - a bica - e observo as pessoas. A maior parte entretém-se a falar. Coisas triviais. Outros lêem. Outros pedem. Outros como eu observam. O quadro de sempre. Vou buscar a imprensa escrita e folheio-a. Estou por dentro de algumas coisas. Os jornalistas distorcem as notícias de acordo com o objectivo que pretendem atingir. Por incrível que possa parecer os objectivos são sempre os inimigos. Chegámos à era da informação pessoal. Tratam nas revistas e jornais os espaços noticiosos para troca de galhardetes, para desinformar opinando perspectivas pessoais. Fico sempre de pé atrás ao ler o que quer que seja. Mas há sempre desculpas para justificar tudo. É a grande chance para todos. Não foi Dostoiewski que escreveu num seu livro que 'a razão é como uma puta; abre as pernas a toda a gente'?! Folheio um jornal diário e começo a ler um colunista - um intelectual da nossa praça - a dissertar sobre os borbotas da roupa, das camisolas... não é incrível? Ou sobre a grande problemática que foi dar um nome ao seu cão, sim, porque tinha de ter nome de filósofo! Entretanto, folheio um jornal semanário e não quero acreditar no que leio: uma colunista conceituada da nossa praça disserta sobre a sua má disposição ao entrar no seu escritório e deparar com tudo desarrumado pelo seu filho que ainda não sabe que aquele espaço não é seu. O que concluir daqui? Não poderíamos voltar todos à infância e pedir aos nossos pais que nos reeduquem. Que nos ensinem que se queremos viver em sociedade nos devemos respeitar, dar ao respeito, respeitar os outros... e que fora da lógica do catecismo, há coisas que nos formam outras que nos desenformam e desinformam? Creio que a abrangência do lixo televisivo vai muito mais além. Não estamos habituados a comunicar, só a criticar. Não conseguimos ver que há coisas que podem ser más mas ter um lado pedagógico - o lixo da televisão é um deles. Em vez de estarmos a arremessar pedras uns aos outros, a querer valer a nossa opinião, não seria melhor pensar em alternativas a estes programas? Dêem às pessoas que os vêem programas alternativos, que as ensinem a fazer a tal triagem, que as cativem. Não ponham grandes debates com senhores/as a falarem muito bem e que só meia dúzia entende tais brilhantes palavras. A comunicação passa por aí. Primeiro ensine-se o alfabeto; depois aprende-se a ler. E para se saber se é bom ou mau tem de conhecer-se ambos os lados. Há coisas populares que são bem feitas e boas dentro do contexto em que se inserem. No cinema nem todos podem ser Bergmann; nos livros nem todos podem ser Dostoiewski e por aí adiante. Fico aturdida quando leio críticas fortes e sujas à nova vaga de escritoras portugueses com títulos de 'sei lá...'. Eu não os leio porque já aprendi a ler o que considero para mim bons livros. Mas há aqui um carácter pedagógico. As pessoas lêem mais. Mais tarde vão querer, se isso pretenderem, elevar os seus níveis de literatura. Dêem bigshows e bigbrothers às pessoas se elas os quiserem. Quem protesta são os que não vêem - embora me fique pela dúvida, pois há quem proteste e veja, e não é só pela curiosidade. Há um lado no ser humano que é a curiosidade. E mais se nota quando as suas vidas, a vida em geral, não apresenta muitas alternativas... eu posso ver e ser crítica numa primeira fase e se não gostar, desligo. Outros que não sabem fazer a triagem têm que ser ensinados a fazê-la, mas sem preconceitos, arrogâncias de quem se julga por cima. A humildade resolve de uma forma eficaz o que a arrogância despoleta no oposto. Aqui há um tempo andava desorientada porque não queria que a minha filha visse os dragonsbolls, os pókemons e afins: violência gratuita. Um dia percebi, fez-se luz, que se a contrariasse sem lhe explicar ou ela me enfrentava - e só tem 4 anos - ou os veria às escondidas. Propus-me a ver tais bonecas e com ela. E expliquei-lhe que as pessoas não andam sempre a ser heróis, a baterem-se, a transformarem-se e por aí adiante. Depois comecei por entrar na brincadeira de dizer que não gostava para ela me provocar. E agora digo-lhe que não lhe compro aquelas cassetes porque não prestam e ela entende e não faz birras nem jogos. Depois foi a era da música pimba. Toda a gente batia nessa música. Era chacota. Mas quando se ia às queimas dos estudantes, às festas das finezas ouvia-se música dessa. Era incrível. A justificação: era só puro gozo! Gozo sentia eu na justificação. Era assim tão terrível admitir que se gosta de música popular, sem trabalho musical, fácil para o ouvido mas que daqui a um tempo de esquece? Eu também tenho muitos preconceitos mas quero estar sempre atenta para me tornar uma pessoa melhor! Quanto ao Brigbrother vi uns epísódios, já não me lembro quantos, e valeu-me isso para concluir que aquilo não era o que eu procurava para entretenimento. Depois por curiosidade vi o bar da tv, o 1º; a curiosidade de ver a caneças foi superior. Não é senhora que eu considere como figura de prestígio, de referência - nem pode ser! Uma senhora que se percebe que não tem substância e vem dizer numa entrevista que tem como líder Che Guevara, ou que o seu divórcio foi kafkiano (?!) não pode merecer o meu respeito. Kafkiana é a vida daqueles que realmente sofrem por não terem direito ao mínimo na vida e ainda por cima são julgados, condenados, hostilizados por acederem ao pouco que têm, como estes programas que comentamos. Dêem-lhes coisas a valer que eles entendam e verão o resultado! Mas estava eu a dizer que a curiosidade era mais forte de ver a tal senhora - e depois concluí o que já tinha pensado antes: a oportunidade de aparecer e brilhar foi mais forte nela, e mais tarde terá o resultado. A sua imagem, porque esta senhora vive de imagens, sairá muito achincalhada; as argoladas que meteu foram óbivas! Depois, não vi mais. Fiquei muito triste de ter visto 2 concorrentes, um que apelava à mãe do céu e à terrena pela graça de ter estado ali; outra que rezava o terço. O ridículo por que passam em nome das audiências. Estas crianças pensaram que o lado religioso lhes traria mais vantagem sobre os outros concorrentes. Não é triste ver isto? De onde vem tal cariz de pensamento? Oo que têm extraído da vida, da educação, do mundo. Foi o que me ficou desse tal lixo televisivo. Vamos preocupar-nos mais em ensinar, descer aos seus universos, tentar entendê-los para depois, então, ajudá-los a gostar de outras coisas. Já agora, há muitos bons programas na televisão: no canal 2; pena é que passem a horas tão tardias. Não têm audiências! As britcom são o exemplo. Mas estes programas passados em horário nobres não trariam audiências! E as televisões precisam do dinheiro dos patrocinadores, dos anunciantes. E até pagam a empresas para fazerem estudos de mercado: o grau de alfabetização de quem vê o quê; o nível económico de quem vê o quê, etc., etc.. Recuso-me a preencher estatísticas a não ser que sejam para ver quantos não sabem ler para os ensinarem. Porque não começamos por aí? Um abaixo-assinado para saber onde se lê menos, onde a analfabetização é menor, onde o nível económico é menor, e em regime de voluntariado propormo-nos dar-lhes qualquer coisa mais do que têm? Vamos contar-lhes histórias de bons livros, ensinar-lhes a pensar sobre os que os outros dizem, levar-lhes dicionários e jogar com eles, como fazemos - os que fazem - com os nossos filhos? Criar-lhes bons hábitos. É tudo. As minhas desculpas pela extensão. Mas a questão é de maior dimensão. Obrigada. A velha questão: o que é mais importante, a árvore ou a floresta? Não é uma complemento e consequência da outra? OV
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Subject: Re: a propósito...
From: Flame
To: oviola
Date Posted: Mon, Jun 18, 2001 at 04:34:29 (WEST)
Email Address: flame@flameworld.cjb.net
Message:
Realmente um bom texto! Aborda muito bem os problemas mas pareceu-me um pouco passiva na forma de os solucionar, passiva não em quantidade de soluções mas no seu caracter utópico ou de longo prazo... Existe realmente em Portugal um problema de mentalidades. Nunca desfazendo o povo português, que mesmo na sua ingenuidade é para mim um orgulho ser português... já viajei um pouco pela Europa e mesmo sabendo que o nosso povo tem grandes e graves defeitos, continuo a preferi-lo porque não encontrei as grandes qualidades do nosso povo em qualquer outro pais por onde tenha passado, daí a minha esperança, e daí a minha luta à passividade. O único povo que em muito se assemelha ao português é o povo Escocês... quem diria?... Dou-lhe os parabéns pela forma aparentemente bem sucedida como lidou com a sua filha mas nem todas as mães tem a presença de espírito para tomarem essas atitudes, não resultam em todos os casos e não se esqueça que devido ao estereótipo do homem 'macho' as crianças (rapazes) são quase 'obrigados' a gostar do tipo de violência gratuita de que falou. Na escola, com os colegas, cria-se um ambiente de grande pressão que discrimina quem não vê, como é uma coisa que vai contra a lei e ordem, é uma coisa 'radical', é apelativo para os jovens, quem não vê é 'beto' (isto aplicando a terminologia usada pelas crianças quando falam destes assuntos). Agora podemos pensar no próximo passo da evolução deste tema que daqui a uns 10 anos poderá ser 'Quem não pratica a violência é beto' isto pode parecer um pouco exagerado mas a verdade é que se se analisar o problema com serenidade, assim como a evolução e crescimento da violência nos últimos anos, este raciocínio torna-se claro. Concordo a 100% na sua insistência pela educação, é a chave! mas reeducar toda a população, sejam jornalistas, sejam Balsemão, de modo a que o lixo televisivo não seja visto, ou que nem sequer apareça nos nossos ecrãs é utópico, não é solução (pelo menos, não para o presente, talvez para o futuro). Portanto esperar que as pessoas caiam em si, e digam 'não!!!' ao lixo tóxico! também não é solução... Dar alternativas... mas que alternativas de valor é que conseguirão cativar a atenção de um povo que tem os olhos fechados? Não vão poder sequer reparar nas alternativas de tão cegos que estão! Resumindo, não podem ser eles a decidir, aqueles que se apercebem do problema têm a obrigação de ajudar os outros, e como não podemos reeducar ninguém, é preciso proibir! É por estas regras que a sociedade se regula, um criminoso é preso para impedir de continuar a praticar o crime, mas não é morto (pelo menos, não em portugal) porque a sociedade acredita que o pode reintegrar, ou reeducar, por isso, impede-se o criminoso de praticar o crime até que ele se aperceba que aquilo que fez está errado. Por isso deve-se 'proibir' (censurar) a TV até que no futuro já não seja necessário proibir por tal norma estar escrita na consciência de todos como parte da sua educação mais básica, é deste modo que se educa a viver em democracia. A televisão não pode ser livre de agir segundo a lei do mercado! Acho que não se pode ver a TV como algo inofensivo e passageiro, tudo o que nós podemos fazer para educar alguém em 10 semanas, a TV destrói em 10 minutos! Por isso reeducar ou mesmo educar só é possível depois de eliminar o efeito destrutivo da TV, depois sim, já podemos dar a carne aos leões, que eles por já saberem escolher, virarão costas e escolherão o peixe, que pode não saber tão bem mas é certamente mais saudável... PS: Acho que chamar 'lixo' a estes programas até é inadequado, pois o lixo é uma coisa inerte, não faz mal a ninguém, limita-se a cheirar mal e a atrair moscas, enfim, incomoda... Aqueles programas não são incomodativos, são armas destrutivas para a sociedade em que vivemos e não devem ser tratados como lixo... pelo menos não com passividade! PS2: 'Outros que não sabem fazer a triagem têm que ser ensinados a fazê-la, mas sem preconceitos, arrogâncias de quem se julga por cima. A humildade resolve de uma forma eficaz o que a arrogância despoleta no oposto.' - Não poderia concordar mais...
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Subject: Re: a propósito...
From: Flame
To: oviola
Date Posted: Mon, Jun 18, 2001 at 04:32:17 (WEST)
Email Address: flame@flameworld.cjb.net
Message:
Realmente um bom texto! Aborda muito bem os problemas mas pareceu-me um pouco passiva na forma de os solucionar, passiva não em quantidade de soluções mas no seu caracter utópico ou de longo prazo... Existe realmente em Portugal um problema de mentalidades. Nunca desfazendo o povo português, que mesmo na sua igenuidade é para mim um orgulho ser português... já viajei um pouco pela Europa e mesmo sabendo que o nosso povo tem grandes e graves defeitos, continuo a preferi-lo porque não encontrei as grandes qualidades do nosso povo em qualquer outro pais por onde tenha passado, daí a minha esperança, e daí a minha luta à passividade. O único povo que em muito se assemelha ao português é o povo Escocês... quem diria?... Dou-lhe os parabéns pela forma aparentemente bem sucedida como lidou com a sua filha mas nem todas as mães tem a presença de espírito para tomarem essas atitudes, não resultam em todos os casos e não se esqueça que devido ao esteriótipo do homem 'macho' as crianças (rapazes) são quase 'obrigados' a gostar do tipo de violência gratuita de que falou. Na escola, com os colegas, cria-se um ambiente de grande pressão que discrimina quem não vê, como é uma coisa que vai contra a lei e ordem, é uma coisa 'radical', é apelativo para os jovens, quem não vê é 'beto' (isto aplicando a terminologia usada pelas crianças quando falam destes assuntos). Agora podemos pensar no próximo passo da evolução deste tema que daqui a uns 10 anos poderá ser 'Quem não pratica a violência é beto' isto pode parecer um pouco exagerado mas a verdade é que se se analisar o problema com seneridade, assim como a evolução e crescimento da violência nos últimos anos, este raciocínio torna-se claro. Concordo a 100% na sua insistência pela educação, é a chave! mas reeducar toda a população, sejam jornalistas, sejam Balsemão, de modo a que o lixo televisivo não seja visto, ou que nem sequer apareça nos nossos ecrãs é utópico, não é solução (pelo menos, não para o presente, talvez para o futuro). Portanto esperar que as pessoas caiam em si, e digam 'não!!!' ao lixo tóxico! também não é solução... Dar alternativas... mas que alternativas de valor é que conseguirão cativar a atenção de um povo que tem os olhos fechados? Não vão poder sequer reparar nas alternativas de tão cegos que estão! Resumindo, não podem ser eles a decidir, aqueles que se apercebem do problema têm a obrigação de ajudar os outros, e como não podemos reeducar ninguém, é preciso proibir! É por estas regras que a sociedade se regula, um criminoso é preso para impedir de continuar a praticar o crime, mas não é morto (pelo menos, não em portugal) porque a sociedade acredita que o pode reintegrar, ou reeducar, por isso, impede-se o criminoso de praticar o crime até que ele se aperceba que aquilo que fez está errado. Por isso deve-se 'proibir' (censurar) a TV até que no futuro já não seja necessário proibir por tal norma estar escrita na consciência de todos como parte da sua educação mais básica, é deste modo que se educa a viver em democracia. A televisão não pode ser livre de agir segundo a lei do mercado! Acho que não se pode ver a TV como algo inofensivo e passageiro, tudo o que nós podemos fazer para educar alguém em 10 semanas, a TV destrói em 10 minutos! Por isso reeducar ou mesmo educar só é possível depois de eliminar o efeito destrutivo da TV, depois sim, já podemos dar a carne aos leões, que eles por já saberem escolher, virarão costas e escolherão o peixe, que pode não saber tão bem mas é certamente mais saudável... PS: Acho que chamar 'lixo' a estes programas até é inadequado, pois o lixo é uma coisa inerte, não faz mal a ninguém, limita-se a cheirar mal e a atrair moscas, enfim, incomoda... Aqueles programas não são incomodativos, são armas destrutivas para a sociedade em que vivemos e não devem ser tratados como lixo... pelo menos não com passividade! PS2: 'Outros que não sabem fazer a triagem têm que ser ensinados a fazê-la, mas sem preconceitos, arrogâncias de quem se julga por cima. A humildade resolve de uma forma eficaz o que a arrogância despoleta no oposto.' - Não poderia concordar mais...
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Subject: Re: a propósito...
From: j. saldanha
To: oviola
Date Posted: Sun, Jun 17, 2001 at 22:41:29 (WEST)
Email Address: sigis_98@yahoo.com
Message:
Cara Oviola Tarde aprecebo-me q o seu texto é mesmo bom. Parabens. Só um comentário: Lembre-se q está provado q saber-se ler n é tudo. Pode-se sofrer de literacia e assim o saber-se ler pode n ser tão bom como no século XIX se pensava. Coisas destes tempos.
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