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Date Posted: 15:40:11 05/07/04 Fri
Author: FernandoTepedino
Subject: Tarefa 6 - Grupo 2 - Inglês

Tarefa 6 - Grupo 2 - Inglês

Membros do Grupo:

Fernando Maia Tepedino
Juliana Coelho
Heleno
Patrícia Rosa

Como fica a gramática no ensino comunicativo de línguas?

1 - Gramática-Tradução: Estudo dedutivo da gramática. Memorização de regras e paradigmas gramaticais
2 - Direto: Gramática é aprendida indutivamente, por meio dos exemplos e da prática. Textos são controlados lingüisticamente para ensinar certas estruturas.
3 - Áudio-Lingual: Regras gramaticais não são apresentadas e sim aprendidas indutivamente, com exemplos e drills.
4 - Comunicativo: Como a língua é usada para a comunicação, Forma e Função são indissociáveis. A gramática é vista, geralmente, de maneira indutiva, após o uso de funções em contextos situacionais e levando-se em consideração os interlocutores.
A versão Forte da Abordagem Comunicativa não prevê o aprendizado explícito da forma, considerando que a aprendizagem ocorra incidental e implicitamente. Nela, o foco do ensino deve estar no significado e a gramática é vista como um grande impedimento ao desenvolvimento da fluência dos aprendizes.
Grande parte dos programas de L2 no Brasil que se dizem comunicativos sofrem clara influência de outros métodos (como o Áudio-lingual) ou seguem a versão Fraca da Abordagem Comunicativa, ou seja, promovem o ensino explícito da gramática. Apesar de muitos professores afirmarem a importância do desenvolvimento da competência comunicativa de uma forma geral e integrada, suas aulas acabam enfatizando quase que exclusivamente o domínio de estruturas lingüísticas.
Krashen e Terrel sugerem as limitações dos métodos baseados em gramática. Para eles, os aprendizes não necessitam de precisão em nos detalhes gramaticais. Eles não rejeitam a idéia de que os estudantes precisam adquirir (e em alguns casos aprender) bastante gramática, mas acreditam que os estudantes conseguirão adquirir mais gramática em um curso que tenha o principal foco na comunicação e que forneça aos alunos um volume suficiente de input compreensível e significativo. O estudo da gramática teria um papel periférico no programa de ensino da língua. Eles também defendem que as explicações gramaticais deveriam ser evitadas na sala de aula, simplesmente porque elas tomam tempo que poderia ser melhor empregado em atividades de aquisição. O estudo de textos de gramática, fora da sala de aula, seria recomendado para os casos específicos, quando este trouxesse benefícios ao estudante. A correção imediata de erros da fala é indesejável, uma vez que poderá ter um impacto negativo na vontade dos alunos de se expressarem, pois tenderia a aumentar o seu filtro afetivo.
Greg defende a idéia de que o aprendizado de regras gramaticais pode levar a uma maior habilidade comunicativa. Rutherford & Sharwood examinaram o papel do consciousness-raising (a tentativa deliberada de chamar a atenção dos aprendizes para as propriedades formais da língua-alvo) na aquisição de estruturas gramaticais. Eles chegaram à conclusão que o CR deve ser considerado como um potencial facilitador da aquisição da competência lingüística, mas que não tem nenhuma relação direta com o uso desta competência para atingir objetivos comunicativos específicos ou para a aquisição de fluência.
Higgs alega que um usuário bem sucedido de uma língua estrangeira é aquele que possui e combina todos os elementos comunicativos de um sistema lingüístico de maneira pelo menos análoga à dos seus falantes nativos. A habilidade dos aprendizes de se expressarem na língua-alvo é efetivamente controlada pela gramática desta língua. À medida que os aprendizes não nativos de uma língua progridem, o conjunto de estruturas disponíveis e o conjunto das próprias construções comunicativas se tornam cada vez mais isomórficas, podendo chegar ao ponto de conseguir controlar a sua gramática e fazer com que esta se adeque às suas demandas comunicativas, da mesma maneira como fazem os falantes nativos. Higgs acredita que o ensino da comunicação e o ensino da gramática são aspectos inseparáveis do ensino da língua.
Mais recentemente, o ensino da gramática foi reabilitado com o advento da linha teórica conhecida como Focus on Form. Esta apresenta vantagens em relação à versão mais radical da abordagem comunicativa, uma vez que não se restringe apenas ao significado e ao processo comunicativo, mas permite uma mudança ocasional de foco para aspectos do código lingüístico. Este componente gramatical deve estar associado ao contexto de significado, pois forma e significado são faces do aprendizado lingüístico que não devem ser ensinadas isoladamente.
A língua-alvo é, ao mesmo tempo, o OBJETO (conjunto de estruturas, regras, funções e itens lexicais a serem estudados e aprendidos) e o MEIO da instrução, mediante o qual o professor e os alunos interagem.
O foco na forma não é importante, se estamos ensinando habilidades de leitura e escrita para principiantes. Por outro lado, se estamos ensinando para alunos mais avançados, o foco na forma é essencial para que estes possam ter sucesso na comunicação, tanto na sua forma oral quanto escrita. O ensino da gramática deve permitir que os alunos falem e escrevam de acordo com as normas e, para que este possa atingir plenamente o seu objetivo, deve ter uma forte conexão com a produção de sentido.
A gramática pode ser definida como: 1- a descrição da língua por meio de amostras da fala e da escrita; 2- a tentativa de explicitar o sistema inconsciente interno que permite ao falante gerar enunciados. As gramáticas de referência (descrição da SINTAXE e da MORFOLOGIA de uma língua) devem ser vistas como "fotografias" da língua (registram a língua utilizada por determinadass pessoas, pertencentes a determinado grupo, em determinado momento e local).
As gramáticas tradicionais não ultrapassam o limite da frase ou do período, não abrangendo a organização dos enunciados em textos e gêneros.
Geralmente, o professor de inglês adora ensinar gramática (talvez porque seja mais fácil se elaborar uma aula de gramática, bastando seguir um bom livro didático). Entretanto, nem sempre o conhecimento de regras gramaticais capacita o aprendiz a usar a língua de forma significativa. A maioria das atividades usadas na sala de aula para exercitar gramática fica restrita à forma, ou seja, o seu enunciado não tem nada a ver com o universo e as experiências dos alunos. Além disto, são utilizadas frases e textos improváveis de serem encontrados em situações reais de comunicação.
A) Características de aulas com foco-na-comunicação:
1- uso de perguntas referenciais, ou seja, para as quais o falante não conhece, previamente, a resposta;
2- correção de erros dos alunos só quando esses prejudicam a compreensão;
3- uso de modificações da fala, tais como hesitações e paráfrases para facilitar a compreensão ('estratégias de negociação do significado').
B) Características de aulas com foco-na-forma:
1- uso de perguntas para as quais o falante conhece, previamente, a resposta
2- uso da correção com foco-na-forma. Feedback dirigido para a (re)formulação gramatical correta.
As atividades para o ensino de gramática devem apresentar, sempre que possível, frases significativas e contextualizadas, permitindo assim que os alunos trabalhem não somente com a forma, mas que, principalmente, possam utilizar as estruturas estudadas para melhorar a sua comunicação. Estas atividades também devem ser lúdicas, ou seja, os professores deverão utilizar com freqüência, recursos que apresentem desafios e motivem os seus alunos, tais como jogos e brincadeiras.
Quando ocorrem erros gramaticais durante a atividade de comunicação, devemos ter cautela para não focalizarmos na forma em detrimento do significado da mensagem a ser expressa. Os erros podem representar uma ótima fonte de feedback, permitindo ao professor a identificação dos pontos que deverão ser melhor trabalhados com os alunos. As avaliações devem servir para mostrar ao aluno o quanto ele aprendeu e o quanto ainda precisa aprender, além de orientar o professor nas suas futuras ações.

Conclusão
A maioria dos pesquisadores em lingüística concordam que o conhecimento da gramática precisa ser adquirido ou aprendido pelos estudantes de uma língua estrangeira. Não se trata de se estudar a gramática como se fosse uma língua per se, mas sim de adquirir um conhecimento que possa promover uma melhoria da comunicação em situações reais. Muitos livros se "escondem" atrás de um rótulo de "comunicativo" para poder apresentar pontos gramaticais de maneira superficial e muito pouco didática. O importante é que a gramática seja apresentada de maneira contextualizada e integrada com o significado e o processo comunicativo. O professor e o livro didático, mesmo nas atividades onde o objetivo central seja a forma, podem explorar o lado comunicativo do aluno, ao pedir, por exemplo, que este escreva frases sobre si mesmo ou sobre pessoas de seu convívio utilizando alguma estrutura gramatical trabalhada ou ao pedir que o aluno conte uma história que tenha acontecido com ele (trabalhando tempos verbais do passado). Se os professor tiver imaginação e criatividade, as aulas de gramática podem ser bastante divertidas e motivantes para os alunos. Mudanças temporárias do foco para a forma podem representar uma quebra na monotonia de algumas aulas onde é trabalhada exclusivamente a comunicação .
Alunos mais avançados da língua certamente precisarão estudar explicitamente alguns tópicos gramaticais específicos para que possam enriquecer a sua comunicação (principalmente na forma escrita). Se algumas particularidades da forma culta da língua são difíceis de serem compreendidos e aprendidos mesmo quando estudamos as suas regras em uma gramática, acredito que seja praticamente impossível de conseguirmos adquiri-las de maneira natural, somente através da observação (input). Um exemplo que podemos citar é o uso da crase no português (é fácil, qualquer um que ler as regras consegue aprender facilmente, mas a grande maioria das pessoas, mesmo aquelas com uma cultura razoável, sempre cometem vários erros ao utilizá-la). É comum as pessoas observarem uma forma gramatical incorreta sendo utilizada tantas vezes que elas acabam tendo dúvidas quanto à forma correta (Ex: o professor estará disponível de 8 às 10 horas). Algumas pessoas poderão alegar que a precisão gramatical não é importante. Entretanto, todos nós julgamos a cultura das pessoas pela correção gramatical da sua fala ou escrita. Se um texto está cheio de erros gramaticais, a nossa tendência natural é de desvalorizarmos ou de nem prestarmos muita atenção no seu conteúdo.

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Replies:

[> Re: Tarefa 6 - Grupo 2 - Inglês -- Vera, 20:59:00 05/07/04 Fri [1]

Vocês fizeram uma excelente síntese da parte teórica, mas foi uma pena que não tenham feito a segunda parte da tarefa. Onde estão as análises dos livros didáticos?

Vera


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[> [> Re: Tarefa 6 - Grupo 2 - Inglês -- FernandoTepedino, 04:37:02 05/08/04 Sat [1]

Vera,

Nós fizemos as análises dos livros somente na tarefa individual (dentro do nosso grupo). Nós também achamos meio estranho, mas a tarefa solicitada para o grupo era para responder a pergunta sobre a gramática no ensino comunicativo e não fazia referência explícita às análises dos livros (na dúvida, eu verifiquei a tarefa 7. Lá há a referência às análises dos livros). Portanto, interpretamos que não havia necessidade de postar no fórum as nossas análises de livros. Se você achar que é necessário (e se ainda der tempo), poderemos complementar hoje a parte relativa a esta análise.


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[> [> [> Re: Tarefa 6 - Grupo 2 - Inglês -- Vera, 06:24:31 05/08/04 Sat [1]

Acho bom que vocês complementem, pois a idéia é sempre associar a teoria com a prática.

Obrigada,

Vera


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[> [> [> [> Re: Tarefa 6 - Grupo 2 - Inglês - Análise de livros didáticos -- Fernando Tepedino, 09:12:53 05/08/04 Sat [1]

Análises de livros

Fernando Tepedino:
1 - Focus on Grammar - An advanced Course for Reference and Practice - Jay Maurer
Na introdução, o próprio autor do livro apresenta a sua estrutura:
(Obs. Estou reproduzindo ela aqui porque eu concordo com ela e acho que realmente é verdade em relação ao livro)
Pesquisas em Lingüística Aplicada sugerem que os estudantes esperam e precisam de aprender regras formais de uma língua. Entretanto, eles precisam de praticar as novas estruturas em uma variedade de contextos que irão facilitar a internalização e a fluência nestas estruturas. Este livro disponibiliza um abundância de exercícios tanto controlados quanto comunicativos, permitindo que os estudantes não só conheçam as estruturas gramaticais, mas também possam utilizá-las para se comunicar. As muitas atividades comunicativas em cada unidade permitem que os alunos personalizem o conteúdo aprendido, utilizando-o na interação com outros alunos.
O livro se propõe a ser, além de material para instrução em sala de aula, uma fonte para o auto-estudo. A combinação dos quadros resumo de gramática, das notas de gramática e o apêndice detalhado, constituem um completo e prático guia de referência para os estudantes.
Como o próprio título do livro indica, o foco principal está no ensino da gramática. Cada capítulo irá se concentrar em um tópico gramatical. Nas primeiras páginas de cada capítulo, são apresentados textos autênticos (artigos de jornais, revistas, estórias, pronunciamentos, noticiários de televisão e rádio), onde estão marcadas em negrito, as partes que ilustram o ponto gramatical a ser estudado. Como os textos escolhidos são, na grande maioria muito interessantes, eles permitem uma discussão que irá motivar os alunos para a exploração do tópico gramatical.
O meu professor utilizava o livro de uma maneira muito interessante: após a discussão do texto (que podia durar várias aulas - parte comunicativa), ele pedia para que os alunos refletissem sobre as partes em negrito para que pudessem discutir o conhecimento que já tinham ou para que pudessem expor dúvidas, comentários, dificuldades, utilidade, etc., a respeito daquele tópico gramatical. Ele sempre permitia que os próprios alunos tentassem "construir" as suas regras, antes da apresentação das regras formais do livro. Quando, finalmente, o tópico do livro era apresentado pelo professor, todos já tinham uma boa noção do que seria estudado, o que servia como fator motivador e tornava a compreensão e a fixação muito mais eficientes.
O livro tem uma outra grande vantagem: ele apresenta os pontos gramaticais de forma clara, completa e muito didática. Sempre são apresentadas dicas, tais como: esta é a forma gramaticalmente correta, mas considerada muito formal para o inglês falado. Cuidado, normalmente esta omissão ocorre ......
Para cada capítulo, há um volume muito grande de exemplos e exercícios que ilustram e permitem que os alunos pratiquem o conteúdo estudado. O que eu acho importante (e que ocorre neste livro) é que podemos encontrar, no próprio livro, a fundamentação teórica necessária para possamos compreender todos os exemplos e fazer os exercícios (parece lógico, não é, mas isto não é verdade na maioria dos livros).
No final do livro, é apresentada uma frase que representa um marketing para o livro, mas que acredito que resuma bem o livro: "Some grammar texts are clear. Others are communicative. Focus on grammar is both."
Outros livros:
Eu concordo plenamente com a frase acima e, acredito que ela deveria ser verdadeira para todos os livros mais avançados de inglês. Alguns livros (ex: Proficiency Gold - Jacky Newbrook e Judith Wilson e Objective CAE - Felicity O'Dell e Annie Broadhead, adotados para a preparação para os exames de Proficiency e CAE de Cambridge) se preocupam muito com a parte comunicativa (apesar disto, eu considero a maioria dos textos e atividades chatíssimos) e acabam se descuidando da gramática. Os pontos são apresentados somente de maneira muito resumida, superficial e nada didática em apêndices no final do livro. Estes pontos gramaticais não têm conexão nenhuma com o conteúdo comunicativo apresentado em cada capítulo. O pior de tudo é que, para os poucos exemplos e exercícios apresentados tratam de detalhes não cobertos na parte teórica (nem no livro do professor há a explicação para alguns pontos) e que a parte apresentada na teoria não é praticada nos exercícios (parece que foram feitas por 2 pessoas diferentes e que cada uma não viu a parte do outro....). Em alguns casos dá a impressão que o autor pensou assim: a forma gramatical correta é esta (se o professor ou o aluno quiserem entender o porquê, eles é que procurem em uma boa gramática....). Não sei se isto é proposital, mas me parece um pouco behaviorista (decore esta forma e a utilize, mesmo sem entender qual é a regra). Obs. Eu estudei 6 meses com o livro Proficiency Gold e desisti do curso por causa da ruindade do livro (opinião unânime entre os 10 alunos da sala ). Eu estou estudando agora no livro do CAE e, apesar da parte gramatical também ser péssima, a sua parte comunicativa é interessante.
Só para ilustrar o que estou falando, vou apresentar um exemplo que aconteceu comigo na sala de aula (exercício do livro do CAE).
Omitir os pronomes relativos na orações adjetivas, quando isto fosse possível:
1) The place WHERE she grew up has a different sort of beauty.
2) The place THAT she grew up in has a differente sort of beaty.
3) I'll never forget the day WHEN I met you.
4) I'll never forget the day THAT I met you.
Pela explicação dada na teoria do próprio livro, os pronomes relativos podiam ser omitidos quando não fossem sujeitos da oração e se tratasse de uma defining relative clause (que é o caso de todas acima!!!)
Resposta do livro: Podemos omitir os pronomes nos itens 2, 3 e 4, mas não podemos omitir no item 1. No livro do professor só havia a seguinte explicação: Não é permitido omitir o pronome neste item. A professora não tinha a menor idéia da diferença entre os 4 itens. Falou que, como o livro afirmava que esta era a resposta correta, que era para a gente memorizar o exemplo. Em casa, pesquisei e encontrei a explicação na gramática "Understanding and using English Grammar - Betty Schramper Azar". No item 1, não podemos omitir o pronome porque quando utilizamos o WHERE, não há a preposição IN e, a oração poderia ficar com sentido ambíguo (she grew up the place???). No item 2 podemos omitir porque está presente a preposição IN que elimina a ambigüidade. No item 3 podemos omitir o WHEN porque não ocorre o problema de ambigüidade. Resumindo, chequei à seguinte conclusão: Como a omissão fica errada em alguns casos, não vou omitir nunca os pronomes WHERE ou WHEN.

Juliana Coelho:
Escolhi o livro Inside Out - Intermediate level.
Cada unidade no livro tem um tema (friends, relax, dating, adrenalin, kids, news, etc). O tema é desenvolvido através de atividades de reading,listening e speaking. A partir disso é tirado um ou dois pontos gramaticais a serem trabalhados na unidade. Em geral há uma breve apresentação da estrutura a ser trabalhada (que pode ser um tempo verbal, advérbios de freqüência, expressões idiomáticas, etc). A prática vem em forma de exercícios utilizando o contexto do tema da unidade. Em primeiro lugar os alunos devem trabalhar frases tiradas do texto que leram anteriormente, por exemplo. Em seguida, devem criar suas próprias frases, trazendo o tema e a gramática para o seu próprio contexto. Cada ponto gramatical tem um "Language Reference Box", que apresenta informações, regras e exemplos
relacionados à estrutura trabalhada naquele momento.
Acredito que o livro passa pelo tradicional, com exercícios de gramática como os que estamos "acostumados" a ver, como por exemplo: "Match the names of the verb tenses to the sentences" e "Complete the dialogues with the words in the brackets. Use the appropriate verb tense." Mas ele também
explora o lado comunicativo do aluno quando pede por exemplo que o aluno escreve frases sobre ele mesmo ou pessoas de seu convívio, usando aquela estrutura trabalhada. Ou quando pede que o aluno conte uma história que aconteceu com ele, para trabalhar algum past tense.

Patrícia:
Livro analisado: LANDMARK
Intermediate Student´s Book
Simon Haines and Barbara Stewart - Oxford
COMO ESTE LIVRO TRATA O ENSINO DE GRAMÁTICA?
O livro analisado aborda em cada unidade um tema diferente. Estes temas são bem diversificados, o que desperta ainda mais a vontade de nos aprofundar no estudo.
Exemplos dos assuntos abordados no livro:
* Relationships - Love and Marriage
* Traditions - Exploring food and cooking
* Laws - Crime and law
E onde entra a gramática?
A gramática é trabalhada ao final da atividade principal, na qual o aluno escreve e discuti com seu par ou com os colegas da classe, o tema proposto na unidade em questão.
Melhor dizendo, em cada unidade do livro temos atividades chamadas de "Grammar Review", que apresentam explicações e exercícios, todos relacionados ao tema central da unidade. Estas atividades não apresentam a gramática de uma maneira isolada, mas sim conectada ao tema central proposto.
O livro também apresenta uma página diferente e colorida, chamada "Grammar Extra", que apresenta mais conteúdos de gramática e um teste com todo o conteúdo estudado na unidade, para que o aluno verifique seus conhecimentos.
Observei que no geral, o livro oferece uma boa oportunidade para se trabalhar as 4 habilidades básicas (speaking, reading, writing and listening), mas que sobre tudo, o estudo da gramática é intensivo.
Observei também que, de acordo com o método comunicativo, as explicações dos conteúdos de gramática e seus respectivos exercícios são bem claros e bem contextualizados.
Achei que a página colorida, onde o aluno pode checar seu aprendizado também é um grande diferencial para o estudo da gramática.


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[> [> [> [> [> Re: Tarefa 6 - Grupo 2 - Inglês - Análise de livros didáticos -- Vera, 16:06:35 05/08/04 Sat [1]

Obrigada, por terem complementado a tarefa e contribuido com análises tão interessantes.

Vera


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