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Date Posted: 10:12:13 11/07/04 Sun
Author: José Euríalo
Subject: Re: Target language use on target.
In reply to: Marilene da Silva 's message, "Re: Target language use on target." on 19:24:14 11/03/04 Wed

Marilene:

Um projeto que envolva toda a comunidade escolar é o ideal, claro, mas creio que isso é quase inviável. Prossiga, mas com a certeza de que um pequeno avanço já representa vitória. Alguns projetos educacionais só vingam se são, também, abraçados pela administração não só da escola, mas também por instância superior a ela, seja isso uma superintendência de ensino, uma diretoria corporativa, e por aqueles que orbitam essa escola.

Já iniciei projeto inovador em escola contando com a participação de outros(as) colegas e me senti, de certa forma, ludibriado, pois os entraves, a resistência a mudanças é natural e grande, conforme já lemos em textos desta disciplina e da vida. Talvez a forma mais simples de se implementar inovação seja utilizando-se dos recursos disponíveis no momento, buscando tirar proveito da motivação intrínseca dos(as) alunos(as) e do(a) professor(a), para que se alcance resultados conducentes a motivação extrínseca de um grupo maior.

O texto der LITTLE (2002) traz alguma orientação nesse sentido, a partir do relato do trabalho da professora Leni Dam. Algumas atividades previstas em sua abordagem foram consideradas surpreendentes, "even scandalous, to the communicative frame of mind" (p.5), mas o resultado foi compensador. Às vezes, é preciso ousar, ao invés de procurar sensibilizar as pessoas, pois choques podem ter grande potencial educativo; além disso, contra fatos não há argumentos como aqueles que costumam preceder projetos novos ("isso não vai dar certo"; "isso já foi tentado antes"; "isso é um absurdo; "isso é caro"; "fulano(a) quer é aparecer", etc.).

Entenda, no entanto, que sua intenção é louvável e que a implementação de projeto como o que você pensa desenhar não é impossível; ainda que o fosse, podemos pensar, com adeptos de Freud, que educar é algo possível, ainda que da ordem do impossível. Além do mais, em ação, numa sala de aula, raramente estamos sozinhos.

Perdoe-me a extensão deste comentário e bom trabalho!

José.

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