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Date Posted: 05:12:06 09/16/04 Thu
Author: José Euríalo
Subject: Re: Autonomy in Language Learning - Littlewood
In reply to: Micheline Marra de Lima 's message, "Re: Autonomy in Language Learning - Littlewood" on 13:14:41 09/15/04 Wed

Obrigado pelo comentário, Micheline! Que bom que você achou graça!

Esse “deixar que sejam os últimos a se manifestarem”, como você bem salientou, não pode ser coisa muito freqüente, mas penso que, após ouvirem as respostas/os comentários de alguns(algumas) colegas, os(as) alunos(as) mais fracos(as) ou tímidos(as) normalmente se animam a falar (se solicitados/convocados a fazê-lo!), porque têm modelos, ouviram colegas com diferentes níveis de ‘proficiência”, perceberam que o que pensavam fazia sentido, ou que têm contribuição para o grupo, etc., e esse seu falar tardiamente poderá encorajá-los a adotar postura diferente, aos poucos, com positivo efeito sobre sua auto-estima.

Quanto a ignorar alunos(as) com mais dificuldade ou pouco interesse, já o fiz, naturalmente, e não me arrependo disso. Aquilo foi parte do meu aprendizado e teve o efeito esperado junto aos(às) quatro alunos(as) de diferentes turmas, em diferentes escolas particulares e públicas (eu era mais ‘louco’, naquele época, pois cheguei a dizer a um aluno, no segundo semestre letivo, na sala de aula de uma conceituada escola particular, “em alto e mau tom” (e repeti isso quando o diretor me chamou para uma conversa!), que ele não mais assistiria minhas aulas, que poderia fazer as provas junto à supervisora pedagógica, mas que seria, seguramente, reprovado). Devo dizer, todavia, que isso ocorreu nos meus primeiros anos de prática docente, no interior, em outros tempos, quando eu lecionava Física e Desenho Geométrico e acreditava em certas ‘relações de poder’, então cristalizadas (hoje, percebo que, como afirmava Marshall Bermann, “tudo que é sólido desmancha no ar” e me policio mais, graças a Deus!). Como você pode perceber, Micheline, hoje tenho alguma (não plena, como você afirma) “consciência do processo ensino-aprendizagem”, mas isso veio com o tempo, com experiências próprias e atenção a relatos de colegas, com leituras, cursos, etc. Hoje, na FALE/UFMG, vejo que os(as) colegas novinhos(as) têm uma formação mais aberta, menos cercada de pretensas certezas.

Quanto à sua pergunta “Você conhece algum método formatado para desenvolver autonomia de aprendizes de segunda língua e/ou língua estrangeira? Algum livro de atividades práticas, ou textbooks com este objetivo?”, lamento informar que ainda não conheço método assim. Há, sim, livros com ótimas sugestões para desenvolvimento de atividades interessantes (se quiser, eu poderei lhe indicar pelo menos dois), mas não conheço um ‘método’. Ontem, compulsando um livro muito bom sobre ensino de línguas estrangeiras, percebi algo que sempre me passara despercebido: a autora incluiu, em todos os seus capítulos, um item intitulado “teaching strategies”, mas, em nenhum deles dedicou espaço especial a dicas sobre “learning strategies”. Parece-me que, salvo raras exceções, os(as) autores(as) de livros sobre ensino têm (ou tinham?) a impressão de que “teaching strategies” trazem (ou traziam?), implícitas, orientações ou componentes fundamentais sobre “learning strategies”. Fica, pois, no ar, sua pergunta. Espero que colegas do curso ou a professora possam nos indicar bibliografia (creio que encontraremos algo no próprio conteúdo programático deste curso)! O “site” da Profª Vera Menezes traz coisas interessantes a esse respeito; creio que você poderá encontrar pelo menos um esboço de resposta ali!

Perdoe-me a extensão, por favor! ;-)

José.

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