| Subject: Homenagem a ex-líder do PCP |
Author:
Luís Carvalho
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Date Posted: 22/06/05 16:24:21
Caros amigos
Vasco de Carvalho, secretário-geral interino do PCP em 1940/2, vai ser homenageado no próximo dia 25 de Junho - já este sábado.
Será às 16 horas, no auditório da Biblioteca Museu República e
Resistência (Espaço Cidade Universitária) - fica ao cimo da Rua da
Beneficiência, junto à sede nacional do PCP na Soeiro Pereira Gomes.
A homenagem consistirá numa série de testemunhos acerca de todo o
percurso cívico e político de Vasco de Carvalho.
Pilar Batista Ribeiro, falará do contacto que teve com VC no Socorro
Vermelho Internacional - recorde-se que Vasco de Carvalho foi
dirigente do SVI de 1934 a 1939;
José Pacheco Pereira, falará do papel de VC no PCP e na oposição ao
fascismo, enquanto historiador - que contou com a colaboração activa
de VC na sua biografia de Álvaro Cunhal;
Lurdes Correia, irmã do recentemente falecido Edgar Correia e filha
de um dos principais colaboradores de Vasco de Carvalho na direcção
do PCP, transmitirá o testemunho de seus pais;
José Hipólito dos Santos falará do contacto que teve com Vasco de
Carvalho no Ateneu Cooperativo (antiga Fraternidade Operária de
Lisboa)e na direcção da Associação dos Inquilinos Lisbonenses
(associação onde Vasco de Carvalho viveu intensamente a Revolução de
Abril, nomeadamente nos processos de ocupações de casas);
Lúcia Nobre, falará do contacto que teve com Vasco de Carvalho na redacção do Boletim Cooperativista;
Isabel Rebelo, falará do contacto que teve com VC na cooperativa SEIES
Manuel de Campos, presidente do Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo, falará concontributo de VC para o cooperativismo português e da importância deste.
Eu falarei do contributo de Vasco de Cravalho para a causa do comunismo.
Vasco de Carvalho terá uma intervenção, creio que, de agradecimento da homenagem e sobre o presente e futuro do comunismo.
Recorde-se que Vasco de Carvalho foi injustamente acusado de ser um provocador ao serviço da PIDE e expulso do partido com base nessa acusação. Em Fevereiro de 1942 foi preso pela mesma PIDE, passando dois anos e meio em Caxias, Aljube e Peniche.
Quando saiu da prisão não quis mais nada com o PCP mas nunca deixou de ser comunista e de lutar por tal ideal.
Álvaro Cunhal veio em 1985, no seu livro O Partido com Paredes de Vidro, e mais tarde noutros textos, reconhecer publicamente que as acusações dirigidas a Vasco de Carvalho não tinham fundamento algum e que constituiram um grave erro.
A NÃO PERDER!
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