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Subject: Túnel do Marquês dá razão a Santana


Author:
Paulo Paixão
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Date Posted: 4/07/07 9:06:02
In reply to: Observador interessado, atento e empenhado 's message, "A "demagogia" acerca do Túnel do Marquês e o vereador Sá Fernandes" on 15/05/07 12:26:42

Se para lá do Marão, mandam os que lá estão, em Lisboa, no Túnel do Marquês, manda freguês. Isto é: os que entram e saem da capital têm a vida facilitada. Mas a obra também mudou os hábitos dos automobilistas, agora com novos percursos dentro da cidade. Ainda sem números definitivos, passam hoje pela rotunda (à superfície ou no subterrâneo) mais cerca de 15 mil veículos/dia, segundo dados da Divisão de Tráfego da Câmara Municipal de Lisboa (CML).

Feitas as contas do deve/haver, o saldo das opiniões é favorável ao túnel, sobretudo entre utentes. Mas também entre os jornalistas que diariamente, para rádios e TV, estão de olho nos acessos à cidade... “Entra-se melhor do que se entrava. Mas, sobretudo, sai-se muito melhor do que se saía”, afirma Paulo Ferreira de Melo, o decano dos repórteres que acompanham o trânsito (para a TVI, Rádio Clube Português e Rádio Cidade). Mais do que os galões, é a perspectiva que lhe dá autoridade: é o único actualmente a voar nos céus de Lisboa. Do helicóptero, pode observar o formigueiro de carros desde o alto de Monsanto e a descida da Pimenteira até à Rotunda do Marquês. Passando pelo viaduto Duarte Pacheco, claro.

Para outros dois observadores que guiam as manhãs dos condutores portugueses (António Torrado, da Antena 1, e José Manuel Albardeiro, da TSF), é ali que acaba o seu ângulo de visão, pois é no viaduto que terminam as imagens das câmaras da Brisa e da Estradas de Portugal. Mesmo com a ressalva, que não lhes permite descortinarem o Marquês, ambos salientam as “melhorias” devidas ao túnel. Dois jornalistas do Expresso verificaram, em momentos distintos, a fluidez do tráfego no vaivém diário.

Mais complexa é a realidade dentro de Lisboa. O túnel atrai trânsito e vias próximas do Marquês de Pombal têm trânsito como nunca tiveram. É o caso dos últimos dois quarteirões, no sentido ascendente, da Avenida da Liberdade. “Actualmente, ocorrem intensidades jamais observadas”, reconhece a Divisão de Tráfego. O recorde atinge os três mil veículos/hora, no período de ponta da tarde. Há várias leituras. E é junto de especialistas que se ouvem as primeiras críticas ou, então, avaliações menos encomiásticas. “O túnel gerou maiores engarrafamentos na Avenida da Liberdade, pois há menor capacidade de escoamento à superfície”, afirma Fernando Nunes da Silva, professor do Instituto Superior Técnico. “O mesmo acontece para quem desce a Fontes Pereira de Melo e pretende dirigir-se para a Baixa ou para o Largo do Rato”, acrescenta.

Vasco Colaço, consultor na área dos transportes, coloca o dedo na mesma ferida. “Quem perde é quem circula em Lisboa, pois a Fontes Pereira de Melo ficou estrangulada. Os tempos semafóricos foram muito alterados e isso nota-se. E hoje circula-se pior na Avenida da Liberdade, sobretudo no sentido ascendente”. Já quanto ao vaivém diário, não tem dúvidas: “Quem ganha são as pessoas que vêm do corredor de Cascais. Entram mais facilmente”. No sentido inverso, ao final do dia, salienta que “as saídas funcionam perfeitamente”. Com uma excepção: a Fontes Pereira de Melo, que é “complicada”.

Fernando Jorge Pedro, o director municipal de Segurança e Tráfego, reconhece a existência de um “estrangulamento, aliás previsto”: a saída do túnel para a Fontes Pereira de Melo. Quanto a certas críticas, eram “correctas”. Mas “houve uma correcção da semaforização, hoje já estabilizada”. E conclui: “Apesar de mais veículos, há maior fluidez”.


QUEM GANHA

Quem entra e sai pela A5 (Lisboa-Cascais) e ponte 25 de Abril, com percursos mais rápidos

Quem circula na Av. Joaquim António de Aguiar e vias envolventes, agora com menos tráfego

Residentes na Av. Joaquim António de Aguiar e adjacentes, agora sujeitos a menos trânsito e a menos poluição




QUEM PERDE

Quem usa o eixo Av. República/Av. da Liberdade, com mais demoras (agravadas pelas obras do metro no Saldanha) sobretudo à tarde, no sentido descendente

Quem circula em transversais da Fontes Pereira de Melo e pretende entrar nesta via, sobretudo ao fim da tarde, no sentido descendente

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Sá Fernandes tenta também lixar a conclusão da CRILI.B.21/07/07 14:15:34


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