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Entrevista com Jerónimo de Sousa, Público, 16/02/05
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Date Posted: 16/02/05 16:56:19
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Entrevista com Jerónimo de Sousa, Público, 16/02/05
's message, "Aumento da Idade de Reforma Pode Levar a Conflitos Sociais Muito Graves" on 16/02/05 16:37:40
Curtas e Directas
Entrevista com Jerónimo de Sousa, Público, 16/02/05
Entendimentos com o PS
"Estamos dispostos a examinar soluções
políticas para o país"
"Estamos dispostos, com uma grande franqueza, a examinar soluções políticas para o nosso país, antes das soluções governativas (...) É necessário estarmos perante políticas concretas(...) Aquilo que dizemos é que estamos dispostos, de facto, sem nenhum conceito de bota-abaixismo, a examinar o que o PS propuser como soluções para o país"
Coreia do Norte e ameaça nuclear
"Nosso modelo de democracia avançada é claramente diferenciada de outros, incluindo o da Coreia do Norte"
"O PCP o que afirma, em relação a esse conflito e a esse perigo, que existe, e aí também era importante falar das pressões, do cerco por parte do imperialismo que tenta hoje impôr uma ordem única à escala planetária, que a solução passa por uma solução política em que prevaleça a paz. Em relação ao regime político creio que é claro da nossa parte que, nós, comunistas portugueses, temos o nosso próprio projecto de sociedade, o nosso modelo de democracia avançada, - a perspectiva do socialismo continua a ser a nossa -, mas de certeza que é claramente diferenciada em relação a outros modelos, incluindo o da Coreia do Norte. Agora, também percebemos que, pela apetência, particularmente naquela zona sensível tanto do Médio Oriente como em relação aquela zona da Coreia, os EUA tentem forçar para alterar a relação de forças e conseguir ali uma força hegemónica capaz de mandar no mundo. Ora, a resistência por parte dos povos e dos países que impeçam essa imposição à escala planetária dos interesses e hegemonia dos EUA são esforços que valorizamos. Isso não quer dizer que subscrevamos modelos que existem em cada país concreto. "
Expulsões no PCP
"Não somos uma tertúlia..."
Não somos nada determinados pelas expulsões, por essa ideia persecutória. Na vida do meu partido, ao longo de muitos anos, sempre mas sempre, a crítica, a diferença, a divergência, colocadas no seio do partido, são sempre um elemento de renovação e de reforço. Mas, agora, aderem ao meu partido de forma livre os homens e mulheres que se identificam com os seus estatutos e o seu programa. Não somos uma tertúlia, não somos uma colectividade, somos um partido político. Naturalmente que quando alguém se demarca dos seus estatutos, procura negar o programa, há aqui uma contradição. O que se verificou da parte de algun s foi que, não aceitando os seus estatutos nem o programa, tentaram desvirtuar este partido comunista que decidido de uma forma livre e democrática pelo seus militantes é o que é. Naturalmente há aqui separações. O tempo demonstrará, o tempo é muito implacável em relação ao comportamento humano... mas nesta campanha eleitoral o que temos notado é reaproximações e não exclusões." Topo de Página
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