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| Subject: Andamos em círculos numa conversa de surdos ? - Pelos vistos... | |
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Author: Guilherme Statter |
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Date Posted: 3/10/06 12:49:50 In reply to: Fernando Penim Redondo 's message, "Re: Não é uma questão de esquisitice - É uma questão de definir os termos de referência" on 2/10/06 22:26:04 Por um lado misturam-se aqui "preços" e "valores"... A famigerada questão da "transformação" não vem para aqui chamada, mas importa em todo o caso ter presente a distinção conceptual entre as duas coisas: "preços" e "valores". Uma coisa é medir o valor e outra coisa é determinar quais os factores que contribuíram para que a medição fosse uma e não outra. Certo. Agora era bom era explicitar uma alternativa ao(s) critério(s) que (mal ou bem, correcta ou incorrectamente...) têm sido usados por milhares de analistas ao longo das últimas décadas. Mas, sobretudo, sem confundir "valores" com "preços". O que nós podemos, e devemos, é discutir quais foram os factores que levaram o mercado a ter esse comportamento e não outro. Certo. Mas "isto" tem pouco (ou nada) a ver com a problemática da medida. Uma coisa é estudar a "medida do valor", outra coisa é estudar o "comportamento do mercado". Mesmo quando se pretende e estudar "porque é que o mercado valoriza mais isto do que aquilo"... Uma coisa é "medir" uma pessoa utilizando os critérios que sejam relevantes para o que quer que seja (a altura, o peso, a idade, o colesterol, a literacia...), outra coisa será (depois, noutro "momento analítico") discutir os factores que levaram à situação concreta que se pretende medir. A tese marxista do "tempo de trabalho" parece-me muito limitada como modelo explicativo e não tem fácil comprovação na realidade social. Não creio que alguém tenha alguma vez escrito que a "comprovação social" (a aferição da correcção ou grau de exactidão da medida) fosse uma coisa fácil. Como resulta do atrás exposto eu não tenho dúvidas sobre a medição (feita pelo mercado em euros, por exemplo). Voltas à "vaca fria" da medição (do "valor" ?... ) pelas forças do mercado (a "Oferta" e a "Procura") e depois dizes que eu tenho a obsessão de que tu estás numa de "marginalismo". O que eu quero discutir é a importância dos factores que levaram a determinadas medições e não conheço qualquer argumentação sólida que leve a concluir a exclusividade ou a preponderância do factor "tempo de trabalho". Pois acho muito bem que se discuta. Sem me mandares ler o teu livro (que deves saber que li com toda a atenção), diz-me onde estão os teus (outros) contributos para a discussão da importância dos factores que levaram a determinadas medições. Por outro lado era bom que "operacionalizasses" a tua ideia de "argumentação sólida". Pelos vistos, como te limitas a dizer que "não és esquisito", bem posso esperar sentado. A ler e a escrevinhar umas coisas. Se me ocorrerem umas ideias (ou se tropeçar numa "argumentação sólida") prometo voltar aqui... [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Modelos e realidade | Fernando Penim Redondo | 3/10/06 19:12:02 |
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| Re: Andamos em círculos numa conversa de surdos ? - Pelos vistos... | visitante | 3/10/06 20:00:56 |
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