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| Subject: Re: Não é uma questão de esquisitice - É uma questão de definir os termos de referência | |
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Author: Fernando Penim Redondo |
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Date Posted: 2/10/06 22:26:04 In reply to: Guilherme Statter 's message, "Não é uma questão de esquisitice - É uma questão de definir os termos de referência" on 2/10/06 22:03:12 Andamos em círculos numa conversa de surdos ? Eu disse algum tempo atrás: Uma coisa é medir o valor e outra coisa é determinar quais os factores que contrinuiram para que a medição fosse uma e não outra. Vou fazer uma analogia: Os metereologistas trabalham com modelos que permitem, a partir de variáveis como a pressão atmosférica, temperatura, etc, tentar prever a quantidade de precipitação mas a precipitação real é medida com equipamentos próprios que determinam quanta água caíu efectivamente do céu. Mutatis mutandis (até pareço um académico) o valor de uma mercadoria tem uma medição óbvia: é a multiplicação das quantidades vendidas pelo preço médio de venda. O que nós podemos, e devemos, é discutir quais foram os factores que levaram o mercado a ter esse comportamento e não outro. A tese marxista do "tempo de trabalho" parece-me muito limitada como modelo explicativo e não tem fácil comprovação na realidade social. Se os metereologistas falhassem quase sempre as previsões teriam que repensar o seu modelo explicativo do clima, outro tanto deve esperar-se dos marxistas no que toca ao valor. Como resulta do atrás exposto eu não tenho dúvidas sobre a medição (feita pelo mercado em euros, por exemplo). O que eu quero discutir é a importância dos factores que levaram a determinadas medições e não conheço qualquer argumentação sólida que leve a concluir a exclusividade ou a preponderância do factor "tempo de trabalho". [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |