Author:
Denise Araújo
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Date Posted: 11:48:16 02/21/03 Fri
>Este é um ponto interessante para discutirmos no
>grupo. A situação de falta de apoio e recursos é a
>mais grave eu acho porque se temos recursos podemos
>buscar maneiras de fazer uso da tecnologia mas se não
>temos, não há sequer o que se dizer a respeito.
Pois é Cláudia, este é um ponto bastente interessante e ao mesmo preocupante principalmente quando pensamos na formação global dos nossos aprendizes. O fato de negarmos a eles o acesso a diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos implica em também negarmos a estes as ferramentas necessárias para que eles se tornem mais autônomos para gerenciarem a própria aprendizagem. Segundo Melo (2000:21), com o uso das novas tecnologias no ensino de línguas "o aluno constrói o seu conhecimento e a sua aprendizagem, enquanto cabe ao professor oferecer orientação para o aprimoramento destes conhecimentos".
Concordo com Jorge (2000:92) ao afirmar que "enquanto a escola mantiver a LE em lugar marginal dentro do currículo e for conivente com a idéia de que lugar de LE é fora da escola, estará negando aos indivíduos, especialmente aqueles provenientes de camadas sociais desfavorecidas, o direito de acesso a um bem cultural de alto valor simbólico".
Um abraço e obrigada pelo feedback,
Denise
REferências bibliográficas:
JORGE, M. L. Ensino de Língua Inglesa. REvista Presença Pedagógica. v. 6, n. 31, jan/fev., 2000.
MELO, G. C. V. O ensino de língua inglesa via internet e a autonomia do aluno. 2000. 154 f. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada) - FAculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
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