Author:
Marcus Araújo
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Date Posted: 18:35:26 01/09/03 Thu
A autonomia é um pressuposto básico para o aprendizado de línguas nos dias atuais, tornando-se importante sua inclusão em uma proposta educacional, principalmente com a presença e o avanço tecnológico. A partir disso, então, pode-se auxiliar o aprendiz a torna-se mais autônomo, independentemente do professor ou da instituição (Healey,1997).
Healey (1997:p.392) afirma que a tarefa do professor é de promover a aprendizagem autônoma em sistema de parceria entre aprendizes e seus pais, resgatando seus valores culturais - privilegiando a atribuição de responsabilidade ao aluno por seu próprio conhecimento. Esses e outros argumentos ficam muito claros e evidentes no ponto de vista de Healey (1997) que adota a importância e a necessidade do aprendizado autônomo na aquisição de línguas através de novas ferramentas tecnológicas, como por exemplo "softawes" que permitem escolhas de atividades pelos alunos, dando-os controle à aprendizagem (Healey:1997. p.398)
Wachman (1997) apresenta vários exemplos de programas que ajustam-se as necessidades de professores e alunos, e que são propícios à aprendizagem autônoma, como por exemplo "Eclipse", "MacReader", "Dasher", entre outros. Ressalte-se que a autonomia não será propiciada apenas pelo fato do aluno usar esses programas especializados ou exercícios de multimídia, mas outros fatores devem ser considerados como a vontade, por exemplo, para realizar as tarefas propostas através desses produtos tecnológicos. Além disso, o material didático eletrônico precisa ser motivador e atrativo, para desenvolver no aprendiz a motivação e sua independência na aprendizagem.
Assim, a tecnologia é uma ferramenta importante para a aprendizagem autônoma, pois além de satisfazer os fatores mencionados acima, o aprendiz pode gerenciar seu próprio horário de estudo, além de determinar seu estilo de aprendizagem, por exemplo. A tecnologia não é um fim, mas uma ferramente tão importante quanto professores e alunos na aquisição de língua (Healey, 1997: p.402)
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