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Subject: Re: Autonomia e computador (6 a 12 de janeiro)


Author:
Marcos Manso
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Date Posted: 11:57:14 01/09/03 Thu
In reply to: Vera Menezes 's message, "Autonomia e computador (6 a 12 de janeiro)" on 05:25:23 01/03/03 Fri

Olá Vera e pessoal,

Acho apropriado a concepção de "learner autonomy" em contraste com dependência no professor, o que é um consenso geral. As atitudes do aprendiz/aluno entendido como "self-direction" também se constitui em uma característica de autonomia; no entanto, este conceito vai muito mais além de simplesmente se livrar da dependçência no professor no processo de aprendizagem. É crucial pensar e definir o grau de dependência ou independência do aluno e o papel do educador como incentivador da atitude de independência no aluno. Por outro lado faz-se necessãrio uma reflexão ainda mais cuidadosa no uso de autonomia na educação infantil Não deve ser desprezada a preocupação de muitos pais de comunidades étnicas nos EUA em relação a independência extremada que resulta em rompimento com o controle ou direção dos pais, como aponta Healey.

Para atender melhor o grau de complexidade em se aplicar autonomia de aprendizagem em diversos níveis ou formas até em grau de plena autonomia basta analiarmos a tabela 24-1 da p. 393 apresentada por Healey. É fácil imaginar um ambiente de aprendizagem dos tipos dos quadros A e B, e até mesmo com certa dificuldade o quadro C, mas como imaginar parâmetros e características no quadro D em que o aluno detém o controle total de todos os aspectos da aprendizagem, em que o termo autônomo se aproxima do termo autodidata? Por um lado, é válido pensar que o professor não pode ser a única fonte de aprendizagem para seus alunos como lembra Healey se referindo ao exemplo das universidades norte-americanas. Seria prepotência supor que ele poderia sozinho prover todos os meios essenciais para a aprendizagem. Realmente, o professor deve guiar o aluno para que ele descubra por si só as informações necessárias e tentar usá-las de acordo. Num contexto de "ESL learning" isso só será plenamente possível a partir do nível intermediário ou avançado. O professor porém, pode ao longo do curso, permitir uma maior e gradativa autonomia aos alunos.

No quadro de Healey (24-1), partindo da situação de aprendizagem A, há algumas considerações a serem feitas: como o aluno controlará seu tempo e seu ritmo de trabalho dentro de um cronograma pré-definido? como acompanhar o aluno nesta fase sem interferir na sua própria administração desses fatores? até que ponto uma sugestão ou dica do professor, ou mesmo uma cobrança de prazo podem desfigurar a autonomia do aluno nesses fatores? no quadro C, como o professor e alunos negociarão todos os aspectos da aprendizagem? quais serão os limites, se é que haverão limites, nessa negociação? até que ponto professor e alunos podem ceder e demandar em função do programa do curso? quais são os parâmetros em que se basearão a aceitação de tópicos ou conteúdo pelos alunos? se a decisão final é do aluno, como quer Healey, como o professor poderá ajudar o aluno na escolha de um outro ou "melhor" "content", uma vez que o professor sente que aquele não seja apropriado ou benéfico? Encontrar respostas adequadas para estas e muitas outras questões referentes a efetivação das propostas do autor se constitui em um grande desafio a meu ver. O modelo "contract-based independent study course" é talvez um ótima forma de transição para se chegar a uma autonomia completa. Mesmo assim, haverá dificuldades, particularmente na forma de avaliação. Não será tarefa fácil determinar critérios de avaliação que se compatibilizem com a proposta de autonomia. Se os critérios forem determinados pelo professor eles se distanciarão dos objetivos que buscam uma autonomia cada vez mais crescente por parte dos alunosç se trabalhados em conjunto, a negociação dependerá do grau de maturidade de ambas as partes.

Marcos Manso

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Replies:
[> Subject: Re: Autonomia e computador (6 a 12 de janeiro)


Author:
Shirlene Bemfica
[ Edit | View ]

Date Posted: 12:11:00 01/09/03 Thu

"Procure na web informações sobre
>alguns dos softwares descritos no mesmo artigo. É
>provável que alguns deles ofereçam versões demo que
>você pode baixar da web."
Encontrei neste site http://www.schackne.com/CALL.htm informações sobre outros softwares de autoria desenvolvidos por Higgins e Trackman em 89.


CALL and Applied Linguistics--Sometimes the Marriage is Successful
Computer assisted language learning has gone through three distinct phases since the early 1980s. At that time the pc was still a novelty to many people and software developers in the language field were simply adapting traditional textbook exercises to be used with the new computer technology. Next came interactive, authorable software, which gave the student several options and forced a higher level of cognitive analysis, to be replaced recently by the almost Azimov-like "virtual reality," a multi-media technology which relies on state-of-the-art graphics and sound, and an almost human interactive quality. The second phase has produced the most CALL software and it is two second phase programs, both user friendly and teacher authorable, and both rooted in sound linguistics, that I wish to introduce here.
Storyboard, developed by Ian Trackman, and published by Eurocentres in cooperation with Wida Software in 1987, is a program which uses "cloze" passages to develop both language skill and a linguistic understanding of the language. "Cloze" refers to discourse where part of the language is masked, for example, a formatted fill-in-the-blank exercise. While looking deceptively simple, the "cloze" passages force students to use a wide range of linguistic and non-linguistic knowledge to access the language--constituent ordering (the basic ordering of sentences, in the case of English, subject-verb-object), proximity
(how close elements occur to each other, e.g., the article "a" abuts nouns, adjectives and, sometimes, adverbs), frequency (how often elements are likely to occur, e.g., the definite article "the" occurs more frequently in English than in Chinese), punctuation clues (e.g., the apostrophe cuing students to look for possessives and contractions), and predictability (by building up surrounding language and bringing knowledge of the passage's subject to bear, students can often predict hidden language elements). In addition, Storyboard is authorable; that is, the teacher can adapt or create any passage for the program, thereby making it easier to fit into an existing curriculum.

Rhubarb, developed by John and Muriel Higgins, and published by Reserch Design Associates in 1989 is also a "cloze" program which relies on "script" and "schema" theory; specifically, like Storyboard, it factors the role of the student's prior knowledge--linguistic, topical, and situational--in comprehension. Rhubarb has gotten quite a bit of publicity at recent language learning conferences, and has several features which enhance its flexibility and interactive nature. It has a mode for two students to compete or for an individual to compete against the computer; it has layout flexibility which can control color, mask words, and vary screen size; it has options which can include or exclude special words; it has a disk option which directs you to the disk drive with the text; it also has record keeping facilities and a post exercise analysis of student performance. Like Storyboard, Rhubarb is authorable and easy for both students and teachers to use.

In the world of computer technology, 1994 might bear little resemblance to 1993, such is the lightning speed of
innovation and progress. So it is with CALL programs. The sophisticated software being developed now may soon relegate programs such as Storyboard and Rhubarb to the status of historical relic. I, however, feel the breakthrough came when the first generation programs, many adopted all-of-a-piece from traditional grammar translation and audio-lingual textbooks, gave way to the second generation--simple, easy to use, unspectacular to the computer technophiles, yet grounded in solid language acquisition theory.

1994


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