| Subject: Re: Autonomia e computador (6 a 12 de janeiro) |
Author: Junia Braga
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Date Posted: 07:32:47 01/11/03 Sat
In reply to:
Marcos Racilan
's message, "Re: Autonomia e computador (6 a 12 de janeiro)" on 05:45:16 01/11/03 Sat
Marcos,
Suas contribuiçoes são sempre muito interessantes e eu particularmente gosto muito do de lê-las. Primeiramente gostaria de comentar sobre a minha experiência sobre cursos de inglês no exterior.Tenho notícias de alguns cursos na Inglaterra e na sua grande maioria eles não têm abordagem audio-lingual. Até acredito de que existam cursos que ainda usem esse método lá e sabemos que não é só na Inglaterra.Sempre que meus alunos resolvem fazer curso no extrerior partimos para uma pesquisa criteriosa dos cursos.
“"Dickinson (1987) describes this type of learning as autonomy, in which a fully autonomous learner would not even necessarily need a teacher or an institution for learning to occur. The learner is responsible for all elements in this setup, including deciding how evaluation will take place.” (EGBERT & HANSON-SMITH, 1999: 394)
Estas afirmações são bastante complicadas. Acho mais conveniente nossas conclusões na discussão dos textos de Benson (2001) e Voller (1997) no princípio do curso."
Concordo com você que Benson e Voller defendem a construçao da autonomia fundamentada na interdependencia.Entretanto, eu percebi que Healey em EGBERT & HANSON-SMITH 1999 vão de um extremo ao outro do pêndulo quando nos demonstram no quadrante possíveis etapas de construçao da autonomia via tecnologia.A 'CELL A por exemplo, como a autora mesmo comenta, parece ter sido um dos únicos recursos dos anos 80.Se voltarmos ao texto de Warschauer proposto no curso, podemos entender melhor onde ela se enquadra no contexto da evoluçao de CALL.
Concordo também com você que algumas das atividades de softwarwe propostas são uma versão do 'drill and kill'.Acredito também que cabe ao professor decidir o 'setting' que ele vai propor mesmo porque,eu como professora, dependendo do nível e interesse do aluno me vejo usando Cell A.
Pelo que entendi do texto, Healey demonstra no quadrante um possível processo com um produto ideal de ' autonomia plena '.Na minha opinião, quando ela fala de autonomia plena ela está defendendo a nova perspectiva de autonomia na educaçao.
Os software apresentados por Wachman também são um leque de alternativas.Tem muita coisa boa ali. Compartilho das opinioes de Levy(1997) e Warschauer(1998) que que a evoluçao de CALL 'has come a long way'. Acho que nessa fase de CALL que nos encontramos atualmente temos que ser críticos e analisarmos bem as propostas e os materiais mas tem muita coisa aí , na minha opinião, que pode ser muito bem aproveitada!!!
Um grande abraço,
Junia
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