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Date Posted: 14:46:34 11/03/04 Wed
Author: Ana Laura dos Santos Marques
Subject: Re: Target language use on target.
In reply to: Rosalva de Freitas Oliveira 's message, "Target language use on target." on 02:29:37 11/02/04 Tue

Rosalva,

não sou professora de língua estrangeira em escola pública, só de Língua Portuguesa (língua materna). O que já presenciei várias vezes é que há uma espécie de bloqueio dos professores de língua inglesa em usar a língua conforme os três princípios de Little et alii (2002). Uma parte é devido ao contexto de ensino, que não parece querer que os estudantes aprendam outra lígua e para isso expande as crenças de que não são capazes de entender o que será dito em outra língua que não a materna e a de que não sabem nem a própria língua (se o saber a própria língua for saber ler e escrever, acho que vamos ter exemplos para explicar o que é isso). Outra parte encontra justificativa no ensino de língua que objetiva o desenvolvimento de outra(s) habilidade(s) nos estudantes (o que pode ser até um reforço nas aulas de LP por meio das aulas de LI, não se assuste).

Bom, na minha experiência de ensino de português para estrangeiros como L2 uso os três princípios: me faço ser entendida em português nas aulas e fora delas (a linguagem não verbal ajuda algumas vezes), o uso ao máximo da língua estudada na sala de aula é freqüente (em contextos multilíngües, isso nem é uma exigência minha ou de outras pessoas, mas de um contexto em que há uma língua para ser usada nas interações que é "comum" a todos) e o último princípio, o uso da língua alvo na metalinguagem e para as situações de falar e escrever sobre o ensino e aprendizagem. Mesmo no nível básico dá para fazer isso tudo, contando com as possibilidades do contexto de imersão.

Não tenho dúvidas de que o incentivo ao uso máximo da língua alvo na sala de língua estrangeira seja vantajoso, mas dar a ele o troféu de promovedor do sucesso na aprendizagem é um pouco radical. Veja se você concorda: as crenças sobre aprender a língua, a motivação do estudante e as diferenças individuais de aprendizagem também têm um papel relevante em tudo isso, não é?

Abraço
Ana Laura

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