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Subject: Estás é a brincar, o que até é bom sinal


Author:
Guilherme Statter
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Date Posted: 2/10/06 19:53:32
In reply to: Fernando Penim Redondo 's message, "Uma questão de perspicácia" on 2/10/06 17:54:35

Gostei foi daquela de eu insinuar que a Microsoft seria uma empresa de vão de escada...
Até julgava que a dita cuja MS ainda era a 1ª em capitalização bolsista.
Pelos vistos já começou a descida, (lenta, muito lenta...) no ranking mundial das finanças.
Mas afinal qual era a questão essencial ?
A da ilusão bolsista ?!...
É uma coisa recorrente. Uma das mais famosas começou com a famigerada "South Sea Company" de John Law, nos primórdios do século XVIII (se bem me lembro).
Qual agricultura, qual carapuça... A especulação na bolsa era já aquilo que estava a dar. E foram vários os observadores argutos de então que anteviram o futuro industrial da Humanidade.
Foi a época dos socialismos utópicos.
O facto de hoje os "States" serem grandes exportadores de produtos agrícolas (com menos de 5% da população trabalhadora empregada na agricultura) ou do Reino Unido exportar comida (a partir da actividade de pouco mais de 1% da sua população - os "farmeiros" industriais) ou a Alemanha ser já o maior produtor de leite, quer tudo isso apenas significar o aumento progressivo (ou exponencial) da produtividade social. Também no campo da agricultura.
De que as tecnologias da informação e da comunicação (de dados...) são "apenas" uma componente.
Nada disso invalida (bem antes pelo contrário) as teses de Marx sobre a Lei do Valor.
Essa é que é a questão essencial.
E continuo - confortavelmente sentado, que é para não me cansar muito (eh eh eh) - à espera dos comentários e/ou esclarecimentos de como é que a digitalização do conhecimento altera de forma radical (?...) as "equações" da referida Lei do Valor.

Entretanto, se eu tivesse vivido em fins do século XVII ou no virar do século XVIII, se calhar - ou muito provavelmente - teria embarcado nas fantasias utópicas da "cidade do futuro".
Mas agora a minha "utopia" é outra.
Em todo o caso não estou a ver a conexão. Mas suspeito onde queres chegar com a ironia da tua pergunta.
Ponho-te a questão "ao contrário":
Imagina a sociedade humana como um todo orgânico. Passe o exagero da analogia e imagina também que a sociedade humana é como o corpo humano: com cabeça, tronco e membros.
O exagero da analogia não é só meu - estou-me a lembrar que ainda tenho um acetato de uma capa da Newsweek com um cartoon em que a economia era representada por um doente numa cama de hospital. E o sr. Quesnay, chefe de fila do Fisocratas, era médico e concebeu o seu esquema analítico por analogia com a fisiologia humana.
A questão é então a seguinte, lá porque o cérebro se desenvolve e enriquece - com novos saberes e conceitos e cada vez mais "bibliotecas" - quer isso significar que o restante corpo "desaparece"?
Pergunto: Não continua a ser preciso - cada vez mais e até para suportar com saúde o tal "cérebro" cada vez mais desenvolvido - uma alimentação sã, "rica em proteínas, fibras vegetais, vitaminas e não-sei-mais-o-quê". E exercicios físicos para manter em forma o esqueleto e os músculos todos ???
Ah... a perspicácia...
É como dizia o Alexis de Tocqueville:
Os ramos mais pequenos é que fazem mais barulho.
A perspícácia é mesmo tentar entender o que se está a passar por detrás do ruído todo.

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Replies:
Subject Author Date
Quem espera, desesperaFernando Penim Redondo 2/10/06 20:19:57


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