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Subject: seminário CALL - The impact of CALL instruction on classroom computer use


Author:
sebastiao cesar
[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]
Date Posted: 03:05:59 02/22/03 Sat

Caaros colegas.
Tenho aprendido mais do que contribuído nos nossos encontros on line, mas estou realmente tendo alguns problemas com o meu 100 mghz. Apesar disso tenho de coadunar com muitos dos meus colegas sobre o uso de computadores para aquisição em sala de aula. Teremos problemas desde técnicos até os de má vontade das instituições, de alguns colegas, e de alguns alunos. Em minha opinião, os alunos deveriam ter a escolha de ter ou não aulas de inglês. Talvez pudéssemos oferecer um trabalho de melhor qualidade a alunos que já estivessem motivados e se sentissem preparados para aprender uma L2. Mas, como não é assim, o desafio da profissão é motivá-los e tentar passar a eles algumas estratégias de aquisição de conhecimento, acreditando que quando eles precisarem poderão ter a predisposição de fazê-lo por conta própria.
Ë surpreendente perceber como nós temos os mesmos problemas didáticos e pedagógicos estando em lugares diferentes, trabalhando com situações diferentes e com pessoas diferentes; e a prática dessa matéria on line está nos colocando no lugar de quem nós vamos ensinar. Desde que eu comecei esse curso, tenho mudado minha prática de ensino e acho que estou mudando alguns velhos conceitos na escola onde trabalho. A leitura dos textos e os comentários dos colegas tem sido muito motivador para mim. O único ponto que divergimos até agora é que eu até então não consegui trabalhar speaking na sala de aula (abarrotada), mas já estou “armando” algumas estratégias para fazê-los trabalhar em parceria, pois além de cada um ter um conceito sobre aprender também tem níveis deferentes de aprendizado. De acordo com a pesquisa de Minnesota, concordo que devemos não só insistir no uso de estratégias para speaking como modificá-las sempre, para que dar aulas não se torne apenas um passar de conteúdo, mas um aprendizado para alunos e professores.

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Replies:
[> Subject: Re: seminário CALL - The impact of CALL instruction on classroom computer use


Author:
Vera Menezes
[ Edit | View ]

Date Posted: 14:58:31 02/23/03 Sun

>Desde que eu comecei esse curso, tenho mudado minha
>prática de ensino e acho que estou mudando alguns
>velhos conceitos na escola onde trabalho.

Sebastião,

Não tem nada mais gratificante para um professor do que ler um depoimento como o seu.Principalmente porque tenho consciência que o curso foi produzido por vocês.

Vera Menezes
[> Subject: Re: seminário CALL - The impact of CALL instruction on classroom computer use


Author:
Elias Cesar
[ Edit | View ]

Date Posted: 07:28:53 02/25/03 Tue

Olá Sebastião!

Esse curso online tem reforçado ainda mais a minha vontade de trabalhar com os alunos a importância da colaboração e cooperação em grupos, fazendo com que a autonomia se desenvolva entre eles. A autonomia implica interdependência e negociação, deixando de ser individualista (Benson).

Muitos podem pensar que a autonomia signifique liberdade e independência em todos os sentidos da aprendizagem na sala de aula. Mas não é bem por aí, a verdadeira autonomia é aquela em que o aprendiz esta livre de si mesmo podendo ultrapassar seus limites e aprender com o outro. É necessário um treinamento em conjunto, com o professor e os colegas em sala compartilhando experiências.

Cada aprendiz, mesmo falando a mesma língua e vivendo na mesma sociedade, possui sua própria identidade, história e necessidades – e a integração desses aspectos em sala de aula é essencial. A isolação do individuo não gera autonomia nem independência – o aprendiz precisa saber viver em sociedade, relacionar com pessoas, trocar experiências, etc.

A colaboração na construção do conhecimento traz benefícios não só no aprendizado em sala como também pessoal. O ser humano precisa saber viver em comunidade e não se isolar, principalmente em si tratando de aprender uma segunda língua, a comunicação e a troca de conhecimento são extremamente importantes.

Abs,

Elias
ps- li seus textos sobre autonomia, mas esse forum esta com o nome de CALL, será que coloquei no forum errado?
[> Subject: Re: seminário CALL - The impact of CALL instruction on classroom computer use


Author:
Sheila Ávila
[ Edit | View ]

Date Posted: 16:33:43 02/28/03 Fri

S. César,

Muito já foi falado por nós e constatado em textos de diferentes autores tanto sobre autonomia como sobre CALL, porém sempre há algo a se acrescentar ou relembrar.

Valem ser ressaltados alguns dados relativos aos textos lidos:

 Autonomia não pode ser sinônimo de isolamento, mas crescimento, maturidade adquirida através da construção significativa do saber, fruto de um trabalho colaborativo, onde embora o professor não seja o detentor do saber, é um facilitador, orientador do processo. Prova disso é que projetos não orientados tendem a não surtir o efeito esperado.

 Projetos baseados em leitura e escrita podem desenvolver consciência metalinguística e, consequentemente, outras habilidades.

 Autonomia não significa puramente liberdade do controle do professor e de currículos preestabelecidos e pouco significativos. Ela significa liberdade no sentido de transcender os próprios limites, com o objetivo de crescer e se superar.

È importante lembrar também que, conforme você disse, estamos vendo os resultados de um trabalho via computador, de forma autônoma, que nos motiva e desenvolve conhecimentos aqui, no que diz respeito ao curso e que, ainda, nos leva a repensar estratégias e conceitos. Logo, estamos desenvolvendo habilidades além das expectativas iniciais, isso é autonomia.


Abraços,
Sheila.
[> Subject: Re: seminário CALL - The impact of CALL instruction on classroom computer use


Author:
Rosiane Camilo Gonçalves
[ Edit | View ]

Date Posted: 04:10:44 03/01/03 Sat

De acordo com a pesquisa de Minnesota,
>concordo que devemos não só insistir no uso de
>estratégias para speaking como modificá-las sempre,
>para que dar aulas não se torne apenas um passar de
>conteúdo, mas um aprendizado para alunos e professores.

Sebastião e colegas,

Conforme discutido em meu seminário sobre estratégias, não podemos e nem devemos deixar de trabalhar o "speaking" porque as salas são cheias, se fizermos isso estaremos, de certa forma, excluindo nossos alunos.
Sugiro que fosse utilize o trabalho colaborativo com seu alunos através de atividades em grupos, em duplas, utilizando assuntos instigantes, pode-se trabalhar também com games que é bastante motivante.

Rosiane Camilo Gonçalves
[> [> Subject: Re: seminário CALL - The impact of CALL instruction on classroom computer use


Author:
Maristela
[ Edit | View ]

Date Posted: 16:39:05 03/01/03 Sat

"Conforme discutido em meu seminário sobre estratégias,
não podemos e nem devemos deixar de trabalhar o
"speaking" porque as salas são cheias, se fizermos
isso estaremos, de certa forma, excluindo nossos
alunos.
Sugiro que fosse utilize o trabalho colaborativo com
seu alunos através de atividades em grupos, em duplas,
utilizando assuntos instigantes, pode-se trabalhar
também com games que é bastante motivante."

Pessoal,

A produção do discurso seja ele oral ou escrito têm papéis de destaques na aprendizagem de uma língua estrangeira. Logo, concordo que propicir o uso da linguagem oral é atividade essencial à aprendizagem de uma língua estrangeira. No entanto, quando o número de alunos é grande e eles são iniciantes na aprendizagem dessa língua estrangeira, o aluno precisa de mais suporte/orientação tanto do professor como dos outros colegas. Nesse sentido, pode ser que um aluno iniciantes "ensine" inadequadamente ao outro colega e aí a atividade de pair work ou grupo pode não ser eficaz. Logo, o papel do professor é sempre intervir nos momentos e situações adequadas e em turmas muito grandes nem sempre o professor fará essa intervenção necessária. No entanto, o speaking em turmas grandes poderá funcionar melhor, quando os alunos já têm um pouco desenvolvida essa habilidade/competência. Logo, propiciar o speaking aos alunos de turmas maiores e iniciantes é um processo bastante cauteloso e reflexivo, já que se deve proporcionar a esse uma maior motivação, bem como o desenvolvimento desta entre outras questões...

Maristela
[> [> [> Subject: `Speaking` numa turma cheia


Author:
Marcos Racilan
[ Edit | View ]

Date Posted: 08:47:54 03/06/03 Thu

Ei pessoal,

sobre os comentários abaixo...
No ano passado no COLTEC, uma colega propôs um trabalho interessante e que deu certo.

Numa de suas turmas havia uma aluna que já tinha nível avançado de inglês e estava se preparando para ser professora; além de outros 7 alunos de nível intermediário. Ela então, colocou esta aluna como monitora para dar aulas em inglês onde eles discutiram e fizeram exercícios sobre o livro "O Senhor dos Anéis". Eles leram 7 capítulos do livro!
Como todos os alunos eram da mesma turma não havia muitos problemas de timidez ou de horário, já que eles se encotravam em outra sala no mesmo horário da aula normal. Foi motivante para todo mundo.

Abraço,

Marcos Racilan.


>"Conforme discutido em meu seminário sobre estratégias,
>não podemos e nem devemos deixar de trabalhar o
>"speaking" porque as salas são cheias, se fizermos
>isso estaremos, de certa forma, excluindo nossos
>alunos.
>Sugiro que fosse utilize o trabalho colaborativo com
>seu alunos através de atividades em grupos, em duplas,
>utilizando assuntos instigantes, pode-se trabalhar
>também com games que é bastante motivante."
>


> No entanto, quando o número de
>alunos é grande e eles são iniciantes na aprendizagem
>dessa língua estrangeira, o aluno precisa de mais
>suporte/orientação tanto do professor como dos outros
>colegas. Nesse sentido, pode ser que um aluno
>iniciantes "ensine" inadequadamente ao outro colega e
>aí a atividade de pair work ou grupo pode não ser
>eficaz. Logo, o papel do professor é sempre intervir
>nos momentos e situações adequadas e em turmas muito
>grandes nem sempre o professor fará essa intervenção
>necessária. No entanto, o speaking em turmas grandes
>poderá funcionar melhor, quando os alunos já têm um
>pouco desenvolvida essa habilidade/competência. Logo,
>propiciar o speaking aos alunos de turmas maiores e
>iniciantes é um processo bastante cauteloso e
>reflexivo, já que se deve proporcionar a esse uma
>maior motivação, bem como o desenvolvimento desta
>entre outras questões...
>
[> Subject: Re: seminário CALL - The impact of CALL instruction on classroom computer use


Author:
Maristela
[ Edit | View ]

Date Posted: 16:16:25 03/01/03 Sat

O construto autonomia é, sem dúvida, um tópico muito importante não somente à área da Educação, mas também ao ser humano, enquanto cidadão crítico e responsável por um contexto socio-histórico-cultural e político. Este está ligado a um contínuo de maior ou menor interdependência (Little e Dam, 1998, p. 3) e está relacionado ao processo psico-social, histórico, cultural e ideológico do aprendiz.

Schwienhorst (1997) argumenta que autonomia é a capacidade de reflexão crítica, ou seja, refletir para tomar as decisões/ações necessárias ao processo, ajustando e adaptando ao que for necessário.

A visão de autonomia é vista também a partir do contexto cultural do aprendiz, bem como sua experiência.

Para Little e Dam (1998, p. 3), a aprendizagem é "messy", um processo flexível, impossível de controlar, a não ser de maneira superficial. Isto nos remete a caos, a não linearidade, a imprevisibilidade, a não controle, bem como a criatividade, a co-cosntrução de conhecimento e de autonomia.

Maristela


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